Publicado por: thamara | Maio 30, 2008

Fuji-san

       Um dos vulcões mais famosos do mundo e ainda ativo (baixo risco de erupção), o Monte Fuji esbanja beleza.

       Infelizmente, só pude vê-lo do alto do avião, mas fiquei impressionada com sua imensidão e mesmo lá de cima já era possível se encantar.

       Meu querido amigo Jefferson Estevam, mais conhecido como Jé…, já teve a oportunidade de ir até o topo e me relatou quão dificil foi, mas que valia a pena.

       Outro amigo querido que já teve essa incrível oportunidade foi Gledson Amaro, que ainda mora no Japão. “É um lugar com uma vista incompáravel”, afirma Gledson, e comenta que seu único erro foi subir o Monte Fuji sem luvas e toca. Mas Gledson comenta que o lugar não é perigoso e é bem sinalizado.

       A caminhada dura cerca de 6 horas dependendo de quantas paradas se faz. O que mais me supreendeu foi que o Gledson disse que lá eles vendem até oxigênio por causa da dificuldade da subida. Uma lata custa em média 10 reais. Outra coisa que eles vendem por lá é um bastão que ajuda na hora da subida e que além de servir de apoio, serve como prova de que você chegou até o topo. Cada marcada (com ferro quente) custa em torno de 6 reais. Lá no topo eles vendem um pingente e servem lamen também.

       “Mesmo em pleno verão, lá no topo faz muito frio”, explica Gledson, que complementa dizendo que além da visão linda também é possível ver um buraco enorme do meio do vulcão.

Com certeza, esse cartão postal do Japão é encantador e atrai muitos turistas ao longo do ano.       

       E ai mochileiro? Vai encarar essa aventura?

 

Mais informações sobre as viagem do Gledson em gledsonbr.wordpress.com

E as viagens do Jé… em jehoshi.blogspot.com

 

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Maio 29, 2008

A bela cidade do Moulin Rouge: Paris!

A chamada cidade-luz é sinônimo de romance. É impossível, sim, im-pos-sí-vel não ficar encantado com ao menos uma das atrações desta que é uma das – se não a mais – cidades mais conhecidas do mundo.

Se Nova York é a cidade que nunca dorme, Paris é onde não se pára nunca. Há atrações para todos os gostos, bolsos e idades. Começando pelo Arco do Triunfo, passando por sua avenida mais larga e famosa, a Champs-Elysées (não é à toa que existem tantas vias chamadas “Campos Elíseos” no Brasil) e chegando a toda-poderosa “dama de ferro” parisiense, a Torre Eiffel, você terá visto menos de um décimo do que há para curtir e aprender em Paris. Por isso, mochila nas costas (é o que a Thâmara indica! nossa mochileira de plantão) – ou bolsa chiquérrima nos braços (que já faz mais o meu gosto!) – e aproveite.

Além dos locais citados acima, há outros pontos obrigatórios na cidade. A Place de la Concorde, por exemplo, é um mergulho nos livros de história. Foi lá que o rei Luís XVI e sua esposa, Maria Antonieta, foram decapitados por guilhotinas após a revolução francesa. História é palavra-chave na cidade. O Arco do Triunfo, que abriu nosso passeio, foi erguido por ordem de outro personagem freqüente em nossas escolas: Napoleão, para que pudesse ser recebido com glória ao chegar de suas batalhas.

A Torre Eiffel não é apenas aquele gigante que estamos acostumados a ver nos cartões-postais. Há vida – e que vida – em seu interior. São três pavimentos onde estão instalados um cinema que exibe um filme sobre a construção da torre, um restaurante (o disputadíssimo Jules Verne) e um museu de cera que mostra como era o escritório do construtor da torre, o engenheiro Gustave Eiffel, ele mesmo representado, estudando seus projetos.

Paris também é conhecida pelo volume de dinheiro que circula por lá. Saca só: PIB superior ao da Austrália, o maior centro financeiro e a segunda maior bolsa de valores da Europa. Não é a toa que em La Défense (centro econômico da cidade e assim chamado em memória a resistência oposta pelos franceses às tropas prussianas na guerra de 1870-1871) estão as sedes de grandes empresas francesas.

Se você olhar no mapa verá que em Paris existe o que o franceses chamam (fazendo biquinho, claro) de “axe historique” (eixo histórico). O ponto de partida é o Louvre, seguindo em linha reta pela avenida de Champs-Élysées, passando pelo Arco de Triunfo, continuando até à ponte de Neuilly e finalmente chegando no Arche de la Défense. Olha, até dá pra fazer o percurso a pé, mas a gente indica um tênis bem macio e o ticket do metrô garantido para a volta.

Le Arche de la Défense (conhecido também como O Grande Arco) está é um cubo oco, de 112 metros de altura, coberto de mármore branco e aberto no centro, apoiado por 12 pilares de 30 metros cada. Ufa! Inaugurado em comemoração do bicentenário da Revolução Francesa, o arco foi projeto do arquiteto dinamarquês Otto von Spreckelsen, e simboliza uma janela aberta para o mundo.

Noite

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Imagine uma balada em um barco sobre o rio Sena. Agora, estando em Paris, pode parar de imaginar e entrar no Batofar. Sim, é uma danceteria-bar-clube em um barco. Mas se Paris te lembra can-can e cabarés, seu lugar é Pigalle, bairro que abriga o lendário Moulin Rouge (não, a Nicole Kidman não estará lá, mas aí você já está querendo demais).

Se você preferir algo menos profano, pode aproveitar a noite para visitar a Sacre Coeur. A basílica mantém suas portas abertas até 11 da noite.

Passeios

Se você tiver um tempinho extra, tente fazer pelo menos uma mini-viagem, para os arredores da cidade. Você pode ir para a Disneyland Resort Paris (você vai querer mais de um dia para aproveitar tudo), que é mais um complexo turístico do conglomerado Disney. Mas se você tiver economizando tempo, a dica é o Palácio de Versalles.

Paris - Palácio de Versailles - med

Considerado um dos maiores do mundo o Palácio de Versailles possui 2 mil janelas, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. Muitos números? Pois fique sabendo que além disso ele é também um dos pontos turísticos mais visitados de França, chegando a receber 8 milhões de turistas por ano.

Idéia de quem? Ah, de um cara figuraça! Luis XIV, rei da França, que se considerava o Rei Sol, e costumava dizer: L’Etat c’est moi. (O Estado sou eu.) Poderoso e megalomaníaco ele não? E desde pequeno. A primeira construção no local foi do Rei Luis XIII que como gostava de caçar mandou construir um casarão em um terreno um pouco afastado de Paris, para praticar seu hobby predileto. Quando ele morreu, Luis XIV tinha apenas cinco anos, então depois de 20 anos, em 1661, humilhado por adversários políticos resolveu que a melhor forma de demonstrar seu poder e riqueza era construir um fabuloso palácio, com muito luxo e muita pompa, até então não existente.

Sorte a sua, que vai poder passear por um enorme jardim, simétrico e com estátuas e fontes trabalhados. E como o palácio fica a 3 quarteirões da estação ferroviária, é só pegar uma das linhas RER e caminhar um pouquinho até a entrada. É para ir preparando o impacto até chegar.

E Thâmara, Dconte-nos algumas poucas informações gerais sobre a nossa querida PARIS:

·     Paris tem 105.397 km2 e 2.100.000 (sim, dois milhões e cem mil) habitantes.

·     Fuso horário: como é a capital, tem o mesmo fuso que descrevemos em França, 3 horas a mais em relação a Brasília.

·     Idioma: precisamos mesmo dizer???

·     Frase mais importante na cidade: je t´aime (eu te amo). Sim, em algum momento, você vai dizer isso, esteja certo disso.

Bom, é isso aí galera!

Au revoir,

Rebecca Nogueira

Publicado por: thamara | Maio 28, 2008

Querida Maringá

                Decidi escrever sobre Maringá por causa de uma grande amiga minha que é de lá. A Raquel Maruiti se mudou para São Paulo para fazer faculdade de arquitetura. Hoje, já formada, não pensa em voltar para sua cidade, mas continua sempre falando muito bem dela para todos.

                Além da Raquel, tenho alguns parentes em Maringá, então, nada mais justo do que falar dessa cidade, que para mim, é uma calmaria.

                Sem nenhum clima de cidade grande, Maringá é acolhedora e atraente principalmente para quem procura tranqüilidade.

                Quando era pequena ia ao parque do Ingá correr atrás dos patos (risos), e, além disso, também andava de trenzinho. Eu lembro que adorava fazer isso.

                O que eu adoro de lá é que a cidade é muito arborizada, com ruas calmas e a tranqüilidade parece que mora lá.

                Um dos pontos turísticos mais importante é a Catedral, um monumento altíssimo de 124 metros de altura. Os corajosos podem enfrentar a escadaria para subir até o topo da catedral.

                Maringá está crescendo e virando mais urbana, mas mesmo assim não perde seu encanto.

 

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Maio 27, 2008

Saudades de Lodi

Uma cidadezinha na Califórnia, aconchegante e bonitinha… Essa é Lodi, cidade em que morei por 6 meses nos Estados Unidos, em 2004.

                Não poderia deixar de citá-la como um dos lugares a ser conhecido, e claro, principalmente por aqueles que buscam conforto e calma.

                Lá, estudei em um colégio público chamado Lodi High School e morei na Rua Keagle Way, em uma casa linda da família McDonalds.

                Há muitos parques e bons restaurantes, nada muito extravagante e tudo combinando com o clima que a cidade passa.

                As lojas de roupa também são interessantes falar, já que não havia shopping, só departamentos de roupas e lojas um pouco menores.

                Mesmo assim, pra mim era um lugar ótimo, em que as crianças ainda podem brincar na rua até às 22h sem medo e nem problema. Fora que andar por lá já é muito bom. Cheguei a fazer umas caminhadas matinais com a minha irmã americana e é lindo ver aquelas casinhas típicas americanas e definitivamente parece que você está em um filme.

                A escola então, é com certeza um filme americano a cada dia. São muito parecidos mesmo com o que se vê nas telinhas, aqueles armários, aquelas lideres de torcida, aqueles atletas, enfim, sem todo o exagero de Hollywood, mas muito parecido.

                As pessoas também são simpáticas, claro que americanos são mais frios e centrados e não tão calorosos quanto os brasileiros, mas ainda sim eles eram amistosos na medida do possível.

                Nessa região da Califórnia também, você encontra muitos mexicanos, então, muito da cultura se mistura com a deles, como por exemplo, o grande número de restaurantes mexicanos freqüentado por americanos. Eu, por exemplo, era uma freqüentadora assídua desses restaurantes e a lenda de que americanos comem hamburgers todos os dias é mentira. De fato eles comem bacon, pães, torradas, ovos e panquecas no café da manhã, mas no almoço e na janta é bem variado, um dia comida, no outro uns fast-foods, depende muito.

                Outro fato legal de Lodi, é que sua localização é muito boa. A duas horas dali, indo para o Sul já se tinha neve, e lá não. Neve, segundo minha mãe americana, só é bonita de se ver, mas ter que tirá-la todos os dias da frente de casa, não é algo tão agradável e bonito assim, por isso ela escolheu continuar morando por lá.

                E outra coisa que não poderia deixar de escrever e o quanto eles ainda não conhecem nosso país. Deparei-me com perguntas tais como: “O Brasil é na Europa né?” ou, “Tem muitos macacos e leões andando nas ruas?”, na ocasião só dei risada e tentei explicar o mal entendido dos estereótipos, mas, vejo que é falta de informação mesmo e até falta de interesse em saber o que tem a mais no mundo, é um fato cultural.

                Tenho muito mais para contar dos momentos que passei em Lodi, mas fica para um próximo post.

 

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Maio 23, 2008

Formigueiro Humano

                Imagine um formigueiro…

                Agora imagine esse mesmo formigueiro só que com pessoas… É assim que é Shibuya, a estação mais movimentada do Japão.

                Fiquei maravilhada com o famoso cruzamento e com as muitas pessoas que apareciam do nada. O lugar é, além de impressionante, o retrato típico de uma cidade moderna e desenvolvida, um centro urbano lindíssimo. Foi a partir daqui que entendi o encantamento do Japão, pois mesmo com esse monte de pessoas, ainda sim é um lugar organizado. Ao ver a cena do cruzamento, ficava imaginando e tentando entender como eles conseguiam tal proeza, mas é difícil saber, vem muito cultura.

                Claro que lá não é o lugar mais organizado do Japão, pois além de ser muito cheio, a cidade recebe um grande número de turistas, modificando um pouco a cultura local.

                Já que comentei sobre a estação de Shibuya, não custa nada contar as diferenças do metrô se comparadas ao Brasil. Lá, o interessante é que você paga a distância que você vai e, além disso, você deve colocar o bilhete ao entrar e ao sai da estação desejada, justamente para conferir se você está saindo na estação que você pagou, então, perder o seu bilhete não é uma boa opção, os japoneses não vão aceitar tão bem essa possibilidade.

                Além disso, algumas estações possuem em suas plataformas uma porta que abre juntamente com as portas do trem, por causa do alto número de suicídios que ocorre no país. Outro fato, é que na hora do Rush, há um vagão exclusivo para as mulheres, isso para que elas não sofram assédios.

                Independente das diferenças e semelhanças, Shibuya é um lugar que definitivamente você tem que visitar.

 

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Maio 22, 2008

Europa aos Nossos Pés

No dia 7 de junho será realizado na Áustria e Suiça a EUROCOPA 2008. Pela primeira vez na história, o evento terá duas sedes e nada melhor que viajar e se divertir com a família.

Quem quiser ir  para a Austria, além de ver as partidas de futebol poderá visitar os Alpes, Yuki Sakura já visitou os Alpes e adorou, promete voltar com seu amado para lá, (para quem planeja viajar para a Austria) . Na Suiça é a mesma história, é simplesmente deslumbrante. Há para o mochileiro que quiser visitar esse belo lugar um guia feito pelo governo suiço.

Essas férias você já tem um compromisso garantido, vá assistir a EuroCopa 2008, curta um grande espetáculo e faça boas rotas com sua família ou amado.

Maiores informações sobre a EUROCOPA entre no Bobão do Futebol, Blog muito conceituado

Gabriel Danius

Publicado por: thamara | Maio 21, 2008

Taj Mahal: Tudo de bom

Queridos leitores,

Resolvi falar sobre o Taj Mahal

Uma das 7 maravilhas do mundo, localizada na cidade de Agra na Índia, essa bela construção tem uma trágica história por trás dela, a mulher do rei,  Mumtaz Mahal, faleceu aos 39 anos, e inconsolável, ele ordenou que fosse erguido um mausoléu todo em mármore branco para homenagear sua amada.

Essa é uma ótima dica para os casais que viajam pelo mundo em busca de um lugar para poder passar o tempo juntos, além do Taj Mahal há outros dois bons lugares para visitar com seu par: Veneza e Paris

Mochileiros (casados ou não) visitem o Taj Mahal e depois  tirem suas próprias conclusões,

Gabriel Danius

Publicado por: thamara | Maio 20, 2008

Simplesmente perfeito

                Ao ser convidada para ir ao Parque Nacional Yosemite, localizado na Califórnia, nos EUA, não imaginava a beleza que iria encontrar. Além de ser um lugar encantador, o parque ainda tem toda uma estrutura e ótima organização para manter a ordem e continua exuberância.

                Uso esses muitos adjetivos para descrevê-lo, pois de fato é um parque merecedor de tais nomes. Tive a oportunidade de visitá-lo por duas vezes, e visitaria tantas vezes fossem possíveis, não só pela beleza que citei, mas também pela calma do lugar.

                A primeira vez que fui, fui com a minha família americana, os McDonalds (É… eu sei que é engraçado, e meu pai americano chama Ronald McDonald, para vocês terem uma idéia..,rs.). Foi com eles que vi pela primeira vez neve. Foi muito divertido comer a neve também, por mais estranho que parecesse, eu tinha que fazer isso. É lindo ver aquele chão todo branquinho, rochas com partes brancas, espaços mostrando a forma real da natureza, enfim, foi uma grande experiência.

                Ficamos em um hotel perto do parque e no primeiro dia já pude ver uma de suas maiores atrações que são as grandes sequóias, lindas, gigantes e elas são as maiores árvores do mundo, então imagina o que é ter uma sequóia em sua frente, é encantador, e te faz lembrar da imensidão do mundo e de como somos pequenos se comparado a ele.           

                Não poderia deixar de comentar sobre o “El Capitan”, que é muito aclamado por escaladores de rochas, já que fica disponível o ano inteiro para esse tipo de aventura, além do “Half Dome”, uma das montanhas principais e um cartão postal conhecido por lá.

                Da segunda vez que estive por lá, foi junto com um grupo de estudantes estrangeiros. Tinha gente de tudo quanto é canto, e acho que foi isso que fez a viagem ser tão legal, já que além de ir a um lugar lindo, também estava cercada de gente animada e com o mesmo entusiasmo que o meu. Foi com eles que subi uma das montanhas do parque. Nos preparamos, colocamos os “snow shoes”, levamos comida e tudo mais para o grande desafio. Na verdade não pensei que iria cansar tanto, teve até gente que desistiu.

                Nem me lembro por quantas horas andamos, o que eu lembro apenas é a vista maravilhosa que a montanha tinha. Quando olhei aquela vista, esqueci de todo cansaço e me concentrei em deixar aquela tranqüilidade tomar conta de mim e que de fato o fez. Naquela hora eu percebi que todo esforço de fato tinha valido a pena e que faria novamente se necessário para ter a mesma sensação que tive ao chegar.

                Resolvi escrever sobre Yosemite, pois além de um belo lugar para conhecer, é um lugar que marcou muito meu intercâmbio. Espero que vocês possam visitar esse parque um dia.

 

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Maio 19, 2008

Luxo e Glamour

       Procurando um lugar sofisticado, famoso e luxuoso? Então, Já achou: GINZA, no Japão.

 

       Neste lugar tudo é muito caro. Lojas de grifes internacionais, restaurantes famosos e lugares perfeitos para quem dita a moda.

 

       Um ótimo lugar para se passear é o parque Hibiya, no qual os executivos dão uma passadinha depois do almoço para relaxar e fica aberto 24h.

 

       Além disso, o prédio da Sony, com os mais modernos equipamentos eletrônicos da marca também fica em Ginza, já que Japão é sinônimo de tecnologia. (www.sonybuilding.jp).

 

       Há quem diga que há promoções nessa cidade, mas eu tenho minhas dúvidas, já que Ginza sustenta o título de um dos metros quadrados mais caros do mundo (cerca de US$ 100 mil).

 

       Pra quem não tem rios de dinheiro para gastar por lá, o que vale é dar uma olhadinha no estilo diferente do lugar e apreciar o bom gosto e a moda de Ginza.

 

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Maio 16, 2008

Segredos de Machu Picchu

        O santuário inca de Machu Picchu, no Peru, foi descoberto em 1911. Permaneceu escondido embaixo da vegetação por quase 400 anos e atualmente recebe umas 2000 visitas diárias.

 

        A única maneira de se chegar a Machu Picchu é de trem e a pé. Ollantaytambo, cidade perto de Machu Piccho é um lugar estratégico para visitar o ponto turístico em questão e dizem ser uma cidadezinha muito serena.

          Águascalientes também faz parte do trajeto, mas é possível não passar pelo vilarejo e fazer outra rota de quatro dias, chamada “Caminho do Inca” .Essa trilha fica entre Ollantaytambo e Machu Piccho e é muito

 

        As pessoas vão para lá não só para ver as ruínas fascinastes e cheias de histórias acumuladas por anos e anos de existencia, mas também vão para ver o monte Wayna Picchu, que tem uma subida difícil, mas com uma vista impressionante que vale a pena todos os esforços

 

        Para descer é possível fazer o trajeto por onde se subiu ou pela parte de trás, passando pela “Gran Caverna” e “El Tiempo de la Luna”.

 

 

Dicas da Thâmara

 

- Esteja preparado para acordar cedo, já que a demanda por esse ponto turístico é grande. Muitos grandes grupos de turistas freqüentam o local e é melhor chegar antes deles.

- Para fazer o “Caminho do Inca” é preciso reservar seu lugar principalmente entre os meses de julho e agosto.

- Não se esqueça que o trajeto é longo, então aconselhamos roupas e sapatos apropriados.

- Para visitar o local é preciso pagar. A média de preço é de U$ 40,00 mais o ônibus que te leva até o local. Lembrando também que o pagamento pode ser em dólares ou sois (moeda local).

 

Aproveite muito essa viagem incrível.

 

Thâmara Kaoru

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