Arquivo da categoria: Viagens Nacionais

Aventureiro explora novas culturas com sua moto “Terumi”

Aventureiro explora novas culturas com sua moto “Terumi”

je5Enfim, chegaram as férias. É hora de procurar algo diferente para fazer. Nada melhor do que explorar cada pedaço do Brasil e até do mundo. Descobrir novas culturas e viver experiências únicas podem ser prazerosos.

Para aventuras como essa, há quem prefira tudo planejado, com um lugar para ficar, hotel, albergues, ou até casa de amigos, mas há também os aventureiros, que preferem explorar o mundo por sua conta e risco, como o músico Jefferson Estevam, mais conhecido como Jé, um nikkei que com sua moto, uma XT 600 E, apelidada de Terumi, rodam o Brasil e até outros países.

Uma de suas aventuras foi uma viagem de 25 dias rumo ao nordeste brasileiro, passando por Minas Gerais, Brasília, Goiás e Bahia. Jé batizou a viagem de “Mãe Gentil”, justamente por explorar pontos turísticos brasileiros e outros nem tão turísticos assim. A viagem virou um filme, produzido e filmado por ele mesmo, chamado “Os filhos da Mãe Gentil”.

Nessa viagem não houve luxo nem conforto. Seu hotel era móvel, uma barraca que ficava onde ele decidia que era hora de descansar. Seu “restaurante” era uma espiriteira e algumas misturas que “inventava”. E assim ele seguia sua expedição.

O aventureiro explica que em viagens como essa – principalmente de moto – o cuidado deve ser dobrado. Em caso de temporal, é preferível esperar. “Parece brincadeira, mas quando passei a fronteira de Minas Gerais com Goiás, começou uma chuva torrencial”.

Não gosto de desafiar a natureza. Ela é infinitamente mais forte que nós. Prefiro negociar, mas ela venceu sem acordos”, conta, acrescentando que o sacrifício vale a pena. Jé conheceu pontos como a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, Ibotirama, Chapada da Diamantina, Lençóis na Bahia e Ouro Preto em Minas Gerais. Para quem gostaria de conhecer esses lugares, mas prefere ir com mais calma, sem motos ou barracas, as opções são hotéis e albergues – muitos deles já até incluem pacotes com guias turísticos.

Ah, e a próxima viagem de Jé é a Europa. Ele deve ficar alguns meses em Londres e depois decidirá para onde ir. A única certeza é que volta ao Brasil em dezembro do ano que vem.

Boas férias e até as próximas dicas!

Thâmara Kaoru

especial para o Jornal Nippak: thamara@nippak.com.br

Matéria retirada da edição nº 2195 do Jornal Nippak

4 Supertramps

4 Supertramps

Julão, Jé..., Digo e Montoya

Julão, Jé..., Digo e Montoya

Queria deixar aqui registrado a minha admiração por esses 4 aventureiros.

História que ainda virará um livro que farei questão de escrever, ver esses rapazes com garra para desvendar e conhecer o nosso Brasil me inspira, afinal, não são todos os dias que vemos pessoas com essa vontade de desbravar o Rio São Francisco. Isso mesmo…Leandro Estevam (Montoya), Jefferson Estevam (Jé…), Julio Mello (Julão) e Rodrigo Estevam (Digo) passaram o mês de outubro e o comecinho de novembro navegando de caiaque pelo Velho Chico.

Ainda não posso dar detalhes sobre a viagem porque não tive oportunidade de conversar com eles, mas sei que muitas histórias vão ser postadas nesse blog ainda.

Enquanto isso você pode visitar o site com o  DIÁRIO DE BORDO . Lá dá para vocês terem uma idéia dos preparativos e de como foi algum dos trechos da viagem, creio que há muito mais para se contar.

Escolhi dar ênfase para esse projeto dos meninos não só por ser uma aventura diferente, mas também pela história de cada um. Conheço um pouco da vida deles e isso só me dá mais fascínio à atitude deles e tenho certeza que essa viagem apenas acrescentou mais na união que eles sempre tiveram. Espero que eles também inspirem vocês assim como me inspira e posso afirmar que esses 4 supertramps, como se denominam, fazem parte ativa da minha vida.

 

Vou contar um pouco do lado aventureiro deles, assim vocês poderão ter uma dimensão maior da viagem e dos participantes dela. Lembrando que essa é a minha visão e tenho certeza que há detalhes que por um lapso deixarei de escrever, o que aos poucos vou complementando com novos posts. Na verdade quero a principio vocês tenham a visão que eu tenho deles.

 

Leandro Estevam – também conhecido como Montoya, é estudante de história da USP e sempre teve atração por aventuras selvagens, assim como os outros tramps. Atualmente é um dos líderes do grupo de jovens Ake-no-Hoshi e também trabalha com organização de games (essa parte eu precisaria ser mais precisa, eu sei, logo terei as informações). Um cara super ético e diplomatico, que tem visão de líder e atitude de líder. Ele sabe te incentivar no momento certo, tanto para que você mesmo ganhe mais confiança nas suas atitudes quanto para você aprender. É sem dúvidas um inspirador e sempre aceito suas criticas com muito bons olhos, porque eu sei que são construtivas. Enfim, o Leandro é de fato um aventureiro nato! Recentemente foi para a Bahia em uma viagem de moto, afinal ele é um amante desse meio de transporte e faz parte dos Vermes de Jacó, um motoclube de São Paulo. Inteligente e com visão critica sobre o mundo e mídia (eu que sei), conversar com ele é edificador e ótimo, você sempre sai da conversa com outras perspectivas e novos olhares.

 

Jefferson Estevam – O Jé… É sem dúvidas nenhuma um dos meus maiores inspiradores. Foi com ele que aprendi o verdadeiro sentido de liberdade, e não essas que o mundo prega. Tanto quanto o Leandro, o Jé é também um aventureiro nato, e esse com mais ênfase ainda pelo tanto de viagens que fez de moto e pelo mundo. Tiveram o prazer de recebê-lo o Deserto do Atacama, toda a costa da brasileira, e agora o Rio São Francisco. Realmente não tenho idéia de quantos lugares diferentes ele já esteve. Determinado e confiante, ele sabe passar esses sentimentos a qualquer um. Também tem a liderança no sangue e é uma pessoa incrível e que quer apenas viver a vida, sem luxo e sem glamour, apenas viver! Acho que nunca conheci uma pessoa tão livre e que ao mesmo tempo consegue criar vínculos verdadeiros e tão fortes. Onde ele passa, você pode ter certeza que ele fez a diferença de alguma forma e quando eu digo que ele é inspirador e que realmente a minha admiração não fica apenas em suas atitudes, mas sim no que ele é como pessoa completa. Além disso, posso afirmar que ele estava presente todos os momentos que mais precisei e me ajudou em todos! Estava no Japão a algum tempo, deu uma passadinha em Londres e voltou um dia antes da viagem ao Velho Chico, o que foi a maior correria, mas bem no estilo Jé… de ser! Primo do Leandro e do Digo, o que os une é mais do que o sangue, é um amor de irmão! Ah…o Jé também é musico, toca teclado muito bem, mas se você der qualquer instrumento na mão dele, ele vai saber tocar de alguma forma.

 

Rodrigo Estevam – Conheço o Digo por tabela, por ser muito amiga da Yuki, esposa dele, mas sempre tive boas impressões dele. Baterista de primeira, o Digo tem um coração bom. Sempre me passou tranqüilidade e boa vontade. Ele já mostrou gostar de aventuras em outras viagens que realizou com os meninos do Hoshi (Gledson e Sheine) e denominaram a viagem como “Roots” (raízes), já que a viagem foi selvagem e acrescentava a idéia de que quanto mais natural for, melhor é. O Digo sabe quando é ou não para falar algo e sabe ser discreto quando tem que ser. É também um cara que admiro pelos esforços e sonhos. O digo é irmão do Leandro e toca na Banda Hoshi juntamente com o Jé…e o Julão.

 

Julio Mello – Também musico, toca baixo como ninguém e tem claramente dom para música. Esse sim, posso afirmar que é um cara tranqüilo! Há pouco tempo atrás estava na Turquia e Espanha, também passou pela Grécia e Suíça. Só por ai não preciso entrar em detalhes o quão ousado ele é nessa questão. E essa ousadia o trouxe muitas histórias e experiências únicas, histórias essas que quando contadas encantam pelo seu alto grau de conteúdo e novas maneiras de ver o mundo. O Julinho já é conhecido pelo mar, pois enquanto estava fora, também navegou, ajudando em barcos. Distraído e esquecido às vezes, o Julinho é sem duvida um cara muito esforçado e é uma ótima pessoa para conversar.

 

Limito-me a escrever apenas isso e não ser ansiosa e sim esperar por novas informações e histórias contadas pessoalmente por eles para postar aqui.

Mas aguardem, espero realmente ter a oportunidade de transformar essa aventura em livro!

Thâmara Kaoru


A caminho do Velho Chico

A caminho do Velho Chico

 

Bonito é lindo

Bonito é lindo

              

              Há alguns anos atrás, tive a oportunidade de conhecer Bonito no Mato Grosso do Sul. Mais do que um lugar paradisíaco, o que me chamou a atenção lá foi o contato com a natureza. Sempre gostei de passeios ecológicos, contato com o natural, acampar, etc. e poder estar em um lugar tão cheio de encantos foi sensacional.

                Uma das coisas que me arrependo de não ter feito foi ter ido à Gruta do Lago Azul praticar mergulho. Tudo bem que não tenho experiências com mergulho, mas sei que seria uma grande experiência. Fica para a próxima!

                Na verdade o que eu queria compartilhar sobre Mato Grosso do Sul, foi uma visita à tribo indígena Terena.

Foi uma experiência incrível conhecer uma aldeia e como eles vivem por lá. Nada do que retratam como selvagens, nus e sem falar o português. Muito pelo contrário, encontrei um povo receptivo, e um lugar cheio de histórias.

                Lembro que até brinquei em um rio perto da aldeia com varias índias que estavam por lá. De fato é muita tradição e cultura sendo mudada pela ação do tempo.

                Há nessa aldeia campanhas de evangelização, que fazem um belo trabalho e ajudam com roupas e até comida. Na época que fui a aldeia ainda não tinha uma estrutura boa, mas estavam lutando para isso.

                É fato que sabemos pouco do nosso país e da cultura embutida nele. E é impressionante e bonito saber que ainda temos tradição e raízes para buscar o começo da nossa história, mesmo com modificações, é ainda um impressionante no isso tudo representa para o Brasil.

Thâmara Kaoru

Floripa de todos nós

Floripa de todos nós

      Quem vai para Florianópolis sempre volta dizendo que quer voltar.

          Cidade praiana que atrai muitos turistas é de fato um dos pontos turísticos mais atraentes do Brasil.

        As praias são seu grande sucesso, além do artesanato local e boa comida.

        O mochileiro poderá conhcer praias como a Praia da Joaquina, adorada pelos surfistas e já até foi sede de campeonatos de surf. Outra praia famosa é a Praia da Tapera, com uma estrutura mais familiar, sem contar a Ilha Campeche com sua bela paisagem de Mata Atlântica.

          Em outubro tem a Festa Nacional da Ostra e cultura açoriana, então, se for para ir para lá, escolha bem a data.

          Mais informações sobre Floripa no site www.visitefloripa.com.br

 

Thâmara Kaoru

Clima das montanhas

Clima das montanhas

Vista da montanhas em Monte Verde        Um lugar perfeito para você que quer se aventurar em subir montanhas é Monte Verde. A 170 km de São Paulo, no alto da Serra da Mantiqueira, essa linda cidade além de ter montanhas com vistas deslumbrantes também abriga um clima aconchegante e um friozinho ideal para tomar algo quente e passear pela cidade.

                Há uma pequena vila com lojas coloridas, que ao mesmo tempo te anima e te faz entrar no clima de Monte Verde. Há também o Centro Comercial de Monte Verde que é onde fica concentrada a maior parte do comércio local com restaurantes, bares, lojas de artesanato e roupas.

                Contato com a natureza é o que não falta também. Fazer trilha lá  além de relaxante, também transmite a paz que o lugar possui . É possível encontrar várias araucárias e pinheiros ao redor da cidade, e atrações como passeio a cavalo e moto, trilhas, ecoturismo, cachoeiras e até as diferentes montanhas como a Pedra Partida, Pedra Redonda, Chapéu do Bispo, Platô e Pico do Selado.

                Não deixe de visitar esse clima serrano que tem um toque europeu parecido e tão charmoso quanto Campos do Jordão.

 

               Mochileiros… É possível acampar nas montanhas. A caminhada é longa, mas vale muito a pena. Só tome cuidado com o frio a noite. Vá preparado e não esqueça de verificar se há uma bica d’água perto de onde você está, caso contrário você terá que descer toda a montanha para abastecer o acampamento. Nada como uma aventura como essas…divirta-se!

 

Thâmara Kaoru

Paraíso desconhecido

Paraíso desconhecido

Com porções de Mata Atlântica intacta, conjunto de ilhas no extremo sul de São Paulo é uma das poucas grandes áreas verdes existentes na capital.

 

Ilha de luxo, ilha de calor, ilha de trânsito. Sempre que associada ao cotidiano do paulistano, essa palavra vem carregada de depreciações. Mas o que poucos sabem é que São Paulo possui ilhas de verdade, cobertas de Mata Atlântica preservada e, ainda, com direito à acesso por meio de balsas.

                O caminho para uma das três balsas em direção às ilhas Taquecetuba e Bororé, extremo sul da cidade de São Paulo, a 25 quilômetros da Praça da Sé, tem muito em comum com uma cidadezinha litorânea.             

No entorno do discreto acesso à rua de paralelepípedos que leva ao local de embarque, uma praia artificial de pequena extensão de terra às margens da represa Billings, a maior entre as três que abastecem a população da Região Metropolitana, é tomada por guarda-sóis estampados com marcas de cerveja, aglomerados a trailers de lanches. No final de um pequeno píer em forma de “T”, há dois navios-restaurantes, aparentemente em decadência. A sinalização alertando para a poluição da água não desencoraja as crianças, que vêm em peso aos finais de semana, transformando o local em um “point” da região.

                As lojas de equipamentos para pesca e uma curiosa placa, grifada “porto”, evidenciam que os moradores já incorporaram o espírito praieiro há tempos. Um pouco mais à frente, as casas cessam e a via serpenteia uma densa floresta que remete ao Caminho do Mar. Após a última curva, é necessário reduzir a velocidade bruscamente, pois a fila de carros é longa e aparece de surpresa. O tempo de espera que irrita diariamente os habitantes da ilha, converteu-se em lucro para Ibiraci Silva, 34, vendedor de cds piratas.

Silva culpa o governo estadual pela cor turva da água, causada pela utilização de produtos nocivos à sobrevivência dos peixes para eliminar os aguapés que obstruíam a estação de bombeamento da represa. “Cinco anos atrás a Sabesp matou tilápias e bagres, antes vistos com freqüência no canal, ao jogar esses produtos químicos”, indigna-se.

                A travessia que interliga os bairros Riacho Grande e Tatetos dura cerca de 5 minutos. Dezenas de crianças e donas-de-casa com sacolas nas mãos brotam dos morros ao escutarem a ensurdecedora buzina anunciando a partida. Como o transporte público é ainda mais escasso, é costume pedir carona aos motoristas de caminhões. A balsa suporta apenas um ônibus a cada viagem, por determinação da marinha. Do outro lado, uma infinita muralha verde se alonga pela costa, interrompida apenas por um pequeno ponto cinzento, onde outros coloridos movimentam-se – sinal de que há gente esperando do outro lado.

                Um pouco mais agitada, a margem oposta possui restaurantes e bares com música sertaneja ao vivo. Anúncios de aluguel de chácaras para festas de casamento estão pendurados na maioria dos postes do trecho asfaltado de dois quilômetros que corta o bairro. Igrejas de inúmeras correntes, com muitos adornos e bem cuidadas, contrastam com a precariedade constante da maioria das moradias. – ainda que a apenas 15 quilômetros do mar, a ilha está na periferia do município paulista.

                A distância até o centro da cidade converteu a aposentadoria de David Alonso, 60, ex-ferramenteiro, em exílio – no bom sentido. Membro do grupo fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), mora no Condomínio Praia do Sol, na beira da represa. Dedica-se agora à leitura e tem projetos voltados para o ecoturismo. “Sou morador de uma região altamente privilegiada, mas é preciso conscientizar todos do valor que ela tem”, declara cauteloso.

                A segunda balsa leva à Bororé, próxima a bairros populosos, como Grajaú e, por isso, mais degradada. O programa de preservação ambiental, realizado pela comunidade de pescadores, é atualmente indispensável para a proteção da floresta que teve sua pele sensível arranhada pelas obras do trecho sul do Rodoanel.

                O apreço dos moradores da ilha pela vida bucólica da ilha, ampliado pela presença de Quaresmeiras e Manacás, é notável em todo o percurso. Resta torcer para que a especulação imobiliária e a presença de uma obra de grande porte como o Rodoanel na região, não transformem esse raro pedaço preservado de Mata Atlântica em uma ilha de concreto.

 

Colaborador: Paulo Eduardo Scheuer

Guias de uma mochileira

Guias de uma mochileira

                               

Você que quer colocar a mochila nas costas e sair por ai para desbravar o mundo, não pode deixar de conhecer os guias turísticos para mochileiros.

 

Atualmente, os melhores encontrados no mercado são:

Lonely Planet

_Tailândia

_ Brasil

_ Croácia

_ Inglaterra

_ China

_ Egito

… E outros 500 títulos de todas as regiões do mundo.

 

Guia Criativo para O Viajante:

_ América Latina

_ Europa

_ Chile

_ Argentina

 

Esses guias são considerados verdadeiras bússolas e os maiores companheiros de um viajante.

Contém informações históricas e culturais de cada região abordada, além de lugares que não podem deixar de serem visitados, mapas turísticos e de estradas.

Além disso, possuem dicas de como transportar o dinheiro, como economizar, escolher onde se acomodar, quanto de roupa levar e o melhor tipo de mochila.

Informações de quais documentos necessários levar, que tipos de vacinas tomar, além de  dicas da gastronomia local, quadro de fuso-horário e temperatura também podem ser encontradas nos livros.

Para o aventureiro que quiser conhecer outras cidadezinhas e regiões próximas ao país que está (e esse é o espírito do verdadeiro mochileiro), também existem dados sobre essas regiões nos guias.

E também para o mochileiro que gosta (e precisa) se virar para se alimentar, achar algum lugar, há um pequeno dicionário com perguntas e expressões da língua nativa.

Fotos das cidades, atrações e curiosidades dos países ilustram os guias.

 

Mas, onde encontrar, Thâmara?

 

Os Guias podem ser adquiridos nas principais livrarias do país e pelos sites:

www.uol.com.br/oviajante

www.lonelyplanet.com 

Gabriela Galvêz

 

 

 

 

 

Escolhendo o destino

Escolhendo o destino

             Disposição e espírito livre são as duas principais características que um mochileiro deve ter.

            Claro que documentos, vestimentas e uma grana também são itens que não devem faltar a sua mochila.

            O segredo para uma viagem bem sucedida é a noção de que percalços provavelmente existirão. Há de se ter consciência que eles podem servir-lhe como ajuda, de acordo como você os gerencia.

            O praondethamara.wordpress.com organizou uma seqüência prática e criativa aos mochileiros de primeira viagem.

 

Pra onde ir?

 

            Este item certamente depende de quanto tempo e dinheiro o mochileiro está disposto a gastar/investir.  Por isso, sugerimos o seguinte:

            Decida de antemão quanto dinheiro você está disposto a gastar e estipule uma margem necessária no caso de qualquer eventualidade.

            Escolha o destino baseado nos seguintes aspectos: preço de hospedagem, comida/bebida, de transportes. Veja se os locais nos quais você pretendem ficar valem a visita.

            Procure o local que mais combina com o que você anseia. Não vá pela cabeça dos outros. Se quiser ir para a Colômbia, vá. Não se prenda estritamente ao noticiado pela imprensa ou por impressões pouco factuais de amigos ou parentes. A melhor coisa de uma viagem de mochilão e o principal motivo para sua realização é justamente encontrar o inusitado, o que está fora de sua esfera de influência ou conhecimento. Não estamos encorajando imprudências, não incentivamos viagens a locais onde haja conflitos armados, ou situações de efervescência subversiva contra o   estado, por exemplo.

            Existem revistas especializadas em viagens e muitos bons guias para mochileiros. Basta dar uma fuçada aqui no Pra onde, Thâmara?  que você encontra os principais.

Fique ligado: a sequência de viagem será postada aqui no mesmo formato passo-a-passo deste post.

                                                                                                                                                                                                                            Victor Amaro

Fortaleza!!

Fortaleza!!

As famosas \'areias coloridas\'

Dear reader,

If you want to know which the most splendid beach in Brazil is, you have to go to Ceará. There, you will find a wonderful sandy beach, named Praia das Fontes, and also the most famous Brazilian aquatic park: Beach Park. Both attractions are located on the north-east coast of Brazil, in Fortaleza, the capital of Ceará. So, a place to get a suntan, to do some excursions, to know lots of beaches and dunes, to ride a motorbike in the sand, to stay in gorgeous hotels, to eat delicious food and to drink popular drinks, and be part of a big party, this place is Fortaleza, with absolutely no doubts. But to take a final decision you need to know more about the city. Thrust me, you will be grateful later!

First of all, you would appreciate some beautiful beaches, like Iracema, Praia das Fontes, Praia do Futuro, and not far from Fortaleza some deserts beaches like “Jeri”. The hotels are moderns and fantastic, I can suggest you Marina’s Park Hotel in the Fortaleza’s city, which has great accommodations, and is near Deptford. In your room you can have an overlook to a breathtaking horizon, to the beach and also to a port with a lot of charming boats. You can expect a good price, not so cheap and not so expensive. The lob of the hotel is very cool, all cover by glass in the high roof.

You can start your trip knowing the hotel, the restaurants, the pools, the boats that you can rent, the game rooms, the stores, the computer rooms, and the area to play tennis and to do some massage. You can rent a jet ski on the outside of the hotel. Actually, the hotel has a salon, where you can have your nails and hair done. Finally, there is also a big place there, where the parties are made.

Going out of the hotel, you can find beautiful beaches and the famous dunes. There are a lot of palm trees on the beaches, it’s a really beautiful view. I hope that you can spend, at least, one day at Beach Park, is so exciting! Another famous place that you can see is Morro Branco, big sandy mountains in front of Praia das Fontes. A lot of TV programs were filmed there. When I was there, I met some people from all over the world, it was very nice. In the way back to the hotel, you can stop in Engenho Casa Grande, and buy some traditional alcoholic drinks and souvenirs too.

Shopping is one thing that you can do without spend a fortune. In the main avenue of the city there are a lot of restaurants, clubs and stores for every kind of person. There you will find a lot of things in a big area in front of the beach.

At last, I think that if you follow some of my recommendations, you will love Fortaleza just like I did! Funny things to do and funny people to meet, is just the perfect place to visit!

Thank you very much for the attention, I hope you liked.

Rebecca Nogueira

Morro Branco

Arrumando a mala

Arrumando a mala

Todo mochileiro tem de preparar sua mochila com um cuidado para não carregar peso demais ou roupas de menos.

Sugerimos que o mochileiro leve as seguintes peças, de acordo com a longevidade da viagem:
-De 5 a 7 camisetas ( Uma para cada dia da semana. Lembre-se que você poderá lavá-las)
-2 bermudas ( Uma de tecido de secagem rápida e uma de algodão)- desconsidere as bermudas se for enfrentar um inverno rigoroso).
-2 calças (duas jeans ou uma jeans e uma de algodão) – As calças jeans são resistentes e vestem bem. Escolha jeans com bastante uso, bem gasto e confortáveis.
-3 blusas se frio ( um moletom, uma jaqueta impermeável e um capote para temperaturas mais baixas).
-1 Tênis e 1 bota (Cada um com pelo menos 6 meses de uso, para evitar as famigeradas “bolhas”)
-Roupas de baixo ( Para este item não sugerimos quantidade específica. Mas vale a dica de que as roupas de baixo podem ser lavadas durante o banho. A quantidade de andanças realizadas por um mochileiro no decorrer de poucos dias torna complicada a secagem das peças.
-1 Chapéu e 1 boné ( ou dois itens de cada, caso tenha preferência por algum em específico.
-1 chinelo
-Óculos escuros
-5 ou 6 pares de meias

Acessórios:
-Uma mochila ou balsa pequena que vá dobrada dentro de sua mochila maior.
-1 replelente contra insetos
-1 protetor solar
-1 guia para sua viagem. Recomendamos os da Lonely Planet

Victor Amaro