Arquivo da categoria: São Paulo

Desbrave Atibaia

Desbrave Atibaia

 

Enfim, aqui está meu último post, snif!

Para comemorar que hoje é o dia do primeiro vôo de balão e aproveitando que estamos em época de festas juninas pelo Brasil a fora, gostaria de fazer uma homenagem a todos os que viajam de balão, e fazer uma crítica a todos aqueles que soltam balão, é crime e causar incêndios de grandes proporções.

Agora sim a matéria.

Não posso começar falar dos pontos turísticos de Atibaia sem antes contar uma breve história da cidade, eis ela.

 

 

O surgimento de Atibaia está ligado à história dos bandeirantes paulistas que desbravaram vasto território em busca de riquezas. Em suas viagens para o sertão, os bandeirantes procuravam locais para o descanso, geralmente próximos a rios.

 

 

O bandeirante Jerônimo de Camargo, em uma das expedições, mandou construir uma pequena capela em uma colina próxima ao rio, para colocar a imagem de São João Batista, ao qual era devoto. Em junho de 1665, este local de parada passou a se chamar “Sítio de São João Batista de Tubaia”.

Por ordem da Câmara de São Paulo, o padre Matheus, acompanhado de índios Guarús, começou a formar uma aldeia próxima à capela. Em 1761, a aldeia foi elevada a Freguesia, já com o nome de Atibaia, que significa, na língua dos índios, rio manso de água agradável ao paladar.

Em 1769, foi elevada a Município e, em 1770, instalou-se a primeira Câmara Municipal, ocasião de grandes solenidades no levantamento do Pelourinho. Desde então, Atibaia tem participado ativamente de muitos fatos históricos. A cidade já era conhecida de D. João VI que, em uma de suas passagens, andou no solar da praça da Matriz.

No ano de 1945, o município foi reconhecido como Estância Hidromineral e, em 1978, foi transformado em Estância Turística.

 

Pra Onde Thâmara?

Irei lhes dar o endereço de três agradáveis lugares que estive em Atibaia e como fazer para visitá-los.

O primeiro deles é o Balneário de Atibaia. Instalado dentro do Parque das águas, o Balneário recebe a excelente água da fonte Bocaína. Oferece saunas úmidas e secas, banho de imersão, massagens, duchas escocesas e circulares, piscina de contraste, diatermia, bar, sala de repouso e piscinas para recreação de adultos e crianças. Além de tudo isso, o Balneário conta com a bela paisagem do lago do Major.

Outro Belo Lugar é o Parque das Águas. Um local para quem busca a paz e harmonia. Trata-se da antiga fonte do Rosário e dispõe de diversas áreas de lazer e descanso com bosque de eucaliptos, viveiro de plantas, fonte e lago. Um grande atrativo para um passeio em família

 

Onde fica, Thâmara?

Endereço: Av. Olavo Amorim Silveira

E por fim caso haja tempo, passe no Museu João Batista Conti. O prédio foi construído em 1839, para abrigar a Câmara e a cadeia, posteriormente abrigou o Fórum Judicial. Em seu acervo há armas, objetos do império, da república, do folclore, arte sacra, música, fotos etc. Para visita o museu abre de terça a sexta-feira, das 11:30 às 17:30 H.

 

Onde Fica, hein Thâmara,?

Se situa na Praça Bento Paes, S/N – Centro de Atibaia.

Para quem quiser se hospedar em um bom hotel e não tem como entrar em contato

Quer saber tudo sobre Atibaia?

Gabriel Danius

Taj Mahal: Tudo de bom

Taj Mahal: Tudo de bom

Queridos leitores,

Resolvi falar sobre o Taj Mahal

Uma das 7 maravilhas do mundo, localizada na cidade de Agra na Índia, essa bela construção tem uma trágica história por trás dela, a mulher do rei,  Mumtaz Mahal, faleceu aos 39 anos, e inconsolável, ele ordenou que fosse erguido um mausoléu todo em mármore branco para homenagear sua amada.

Essa é uma ótima dica para os casais que viajam pelo mundo em busca de um lugar para poder passar o tempo juntos, além do Taj Mahal há outros dois bons lugares para visitar com seu par: Veneza e Paris

Mochileiros (casados ou não) visitem o Taj Mahal e depois  tirem suas próprias conclusões,

Gabriel Danius

Um “calmo” passeio pelo rio

Um “calmo” passeio pelo rio

 

            Que disse que um passeio pelo rio tem que ser calmo e sem emoção?

            Claro que não! Você já praticou Rafting? Não? Então se prepare para saber mais desse esporte radical que além de divertido, é adrenalina pura.

            O Rafting é a pratica de decidas de corredeiras em grupo utilizando botes infláveis. Remos, coletes e capacetes também fazem parte dos acessórios utilizados por esse esporte que a principio, parece ser muito difícil e nada seguro, mas ao ir pela primeira vez, toda essa impressão muda. Instrutores de locais especializados em Rafting passam todas as informações necessárias para que a aventura seja bem desfrutada.

            Todos os detalhes de segurança são reforçados e apesar de não parecer, o esporte é bem seguro. Mas cuidado! Apesar de ser um esporte seguro e que pode ser praticado por qualquer pessoa, deve-se tomar todas as precauções indicadas pelo instrutor para que não haja surpresas indesejadas.

            Além disso, o trabalho em equipe é essencial, todos remando junto e preparados para as descidas que devem ser controladas em conjunto também. Sem apoio grupal fica difícil descer as corredeiras.

            Depois é só curtir as descidas, as batidas nas pedras, as dificuldades de passagem e as muitas risadas que esse passeio proporciona.

            Uma dica importante: Vá com roupas leves e fáceis de secar, além de uma troca de banho, para depois do Rafting.

            Agora é só chamara turma e se divertir. E já que você já está em um local cheio de adrenalina, não deixe de praticar também arvorismo, rapel, tirolesa e ecoturismo!

 

Mas onde posso ir, Thâmara?

 

Um ótimo local para iniciantes é em Socorro, Rio do Peixe, não fica longe de São Paulo e a corredeira não é tão difícil de descer.

Vai o site para mais informações do local e tipos de trajetos:

 

Rios de Aventura

http://www.riosdeaventura.com.br/

Thâmara Kaoru

Saudosa Bragança

Saudosa Bragança

Você que gosta de visitar novos lugares ou aprecia uma viagem a locais belos, aquele que se encaixa nesses quesitos irá gostar da dica de hoje do Pra onde, Thâmara. A cidade de Bragança Paulista é uma das 15 estâncias climáticas do estado de São Paulo. Apesar de ser uma região montanhosa, com temperaturas elevadas durante o dia, não foi necessariamente pelo clima que a cidade ficou conhecida. Foram as saborosas lingüiças calabresa, uma tradição trazida pelos espanhóis, que deram fama ao município a 89 km da capital.
Situada perto da divisa com Minas Gerais, a região bragantina é bastante procurada por ecoturistas e amantes de esportes radicais por causa de sua geografia acidentada, que possibilita a prática de escaladas e off road. A cidade já foi, inclusive, sede de campeonatos de acrobacias aéreas e abrange parte da Represa Jaguary-Jacareí, usada para esportes náuticos. A água, aliás, é um de seus atrativos: diz a lenda que quem bebe das bicas e nascentes não vai mais embora.

Thâmara o que fazer em Bragança Paulista?
Para aquele que não quer muita emoção, as trilhas da Montanha Leite Sol e do Guaripocaba oferecem boa dose de exercício e uma linda vista. Os dois morros também podem ser escalados, assim como a pedra de Guaraiúva e as rochas do Circuito Visual das Águas, a 20 km do centro. Já a Represa do Jaguary-Jacareí, repleta de pousadas e campings, é local de prática de esportes náuticos.

Thâmara o que visitar em Bragança Paulista?
A cidade, em si, tem pouco a oferecer à visitação, uma vez que os maiores atrativos estão nas montanhas e nas trilhas fora do perímetro urbano. Quem quiser se sentir um bragantino, no entanto, pode ir ao Lago do Taboão e ao Jardim Público, que possui minizôo, e aproveitar para visitar o Museu Municipal Oswaldo Russomano, um casarão de 1896 com acervo de 3 mil peças. Se estiver sobrando tempo, uma passada no Museu do Telefone também pode ser divertida, apesar de haver poucos objetos.

Gabriel Danius

Só quero sombra e água fresca

Só quero sombra e água fresca

                Você já ouviu falar na Barra do Sahy? Pois é, essa praia de extensão pequena, localizada em São Sebastião, no Litoral Norte de São Paulo (160 km da capital), faz sucesso entre os turistas por ser aconchegante e perfeita para quem procura um lugar tranqüilo.

                Com características de vilarejos e visual lindo, a praia é única! Águas calmas que parecem mais uma piscina gigante, a praia além de exuberante, mesmo sendo pequena, é também limpa e bem conservada.

                De lá e possível ver logo à frente as ilhas de Couves, Montão de Trigo e As Ilhas. Quem quiser passar à tarde nessas por lá pode optar pelos barcos que ficam no canto esquerdo da praia. O visual das ilhas é ainda mais perfeito que o da praia e a água é extremamente transparente. Realmente um encanto!

                 Neste mesmo canto esquerdo, se encontra a “Barra do Rio Sahy”, que ao se juntar com o mar, forma-se uma área de água rasa e calma.

                Já do lado direito, o que se encontra é a pedra do morro do Canto Bravo, ou morro do Copocu e lá é um lugar que certamente, você mochileiro, terá que visitar.

                Logo que a praia acaba, começa uma pequena trilha com muita vegetação e pequenas rochas pelo caminho, e em poucos minutinhos, já é possíveis chegar às grandes pedras. Nesse local há uma pequena baía formada por estas pedras com alturas variadas para os corajosos que quiserem pular e se divertir com os saltos e sensações que este proporciona. Mas o mais atraente ao chegar a essas pedras é a visão que se tem um lugar maravilhoso para refletir e descansar ao som do mar batendo nas rochas.

                Se você, mochileiro, gosta de praias, este com certeza é o lugar ideal para se visitar!

 

Thâmara Kaoru

 

 

Uma aventura das cavernas

Uma aventura das cavernas

            Procurando um lugar diferente, longe do stress de São Paulo, e com muita aventura? Então nós temos o lugar perfeito para você! É o Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira, mais conhecido como PETAR, localizado no sul do estado de São Paulo.

            O PETAR é um patrimônio natural, com cerca de 300 cavernas, cachoeiras, trilhas e diversão, tudo para quem está preparado para se aventurar. Esportes radicais também são oferecidos, como o rapel, bóia cross, bike, entre muitos outros.

            O parque possui quatro núcleos de visitação que são: O Núcleo Santana, Caboclos, Ouro Grosso e Casa de pedra. Cada um com seu diferencial e qualidade. No núcleo Santana, por exemplo, encontra-se a caverna da água Suja, que possui uma cachoeira interna diferente do usual. Já no Núcleo Caboclos é possível ter uma melhor área para acampamentos, com a infra-estrutura necessária, além de se localizar na área central do parque. No Núcleo Ouro Grosso desenvolve-se atividades junto à comunidade e rede escolar em relação ao meio ambiente e sua prevenção. E o Núcleo Casa de Pedra se encontra as cavernas com mais pórticos de entrada.

            Lembrando que ao ir ao parque é preciso contratar um monitor para que não haja problema com acidentes e o uso de equipamentos como lanternas ou carbureteiras (capacete usado para iluminação) são necessárias em todas as cavernas.

            No PETAR, as cavernas que são as suas maiores atrações e possuem vários níveis de dificuldade diferente, contada entre os monitores por uma escala de 1 a 5. Há cavernas que é preciso escalar, mergulhar para atravessar o outro lado, passar por escadas, pontes, rios, enfim, tudo para incrementar mais seu dia de aventura.

            Não deixe de apreciar esse lugar que abriga a maior porção de Mata Atlântica preservada do Brasil e conta com uma beleza estonteante.

 

 

Onde Fica, Thâmara?

            O PETAR situa-se na região do Alto Ribeira, sudoeste do Estado de São Paulo, cerca de 320 KM da capital, nos municípios de Iporanga e Apiaí. Se você pretende ir, são dois os possíveis acessos: pelas rodovias Castelo Branco ou Régis Bittencourt. Prepare-se, pois a viagem é longa mais vale muito a pena.

 

 

Informações no site: www.petaronline.com.br

 

 

Informações adicionais:

 

 

            No começo do ano, as 46 cavernas do parque foram fechadas por “não terem planos de manejo”, segundo a Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Em março, 6 cavernas foram reabertas temporariamente para visitação, mas a reabertura definitiva ainda não tem data. É uma pena ter acontecido um fato desse porte em um Parque Nacional, mas espera-se que a reestrutura aconteça logo e que o parque volte a funcionar normalmente, já que isso também está prejudicando o turismo local.

 

 

Mais informações sobre o fechamento temporário do PETAR:

 

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u384421.shtml

 

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u382649.shtml

Thâmara Kaoru

 

 

 

Esportes radicais sempre

Esportes radicais sempre

     Gosta de esportes radicais, como rapel, tirolesa, escalada e arborísmo? Então tenho a sugestão perfeita para você! Analândia.

     Localizada no estado de São Paulo e pouco conhecida, a cidade fica próxima de São Carlos e Rio Claro (225 km de São Paulo).

     Suas principais atrações é o Morro do Cuscuzeiro, cartão postal da cidade e localizado a 3 km do centro. O morro tem cerca de 900 metros e possui formação de arenito, um lugar perfeito para escaladas com diversos graus de dificuldade.

     Outro destaque são as cachoeiras como a Salto Major Levi, situada na entrada da cidade e com duas quedas d’água com aproximadamente 15 metros e a Cachoeira da Bocaina, maior da região com 45 metros de queda e com uma piscina natural maravilhosa.

     Mochileiro! Este é ‘o lugar’ para se praticar esportes radicais, principalmente rapel!

 

Thâmara Kaoru

Paraíso desconhecido

Paraíso desconhecido

Com porções de Mata Atlântica intacta, conjunto de ilhas no extremo sul de São Paulo é uma das poucas grandes áreas verdes existentes na capital.

 

Ilha de luxo, ilha de calor, ilha de trânsito. Sempre que associada ao cotidiano do paulistano, essa palavra vem carregada de depreciações. Mas o que poucos sabem é que São Paulo possui ilhas de verdade, cobertas de Mata Atlântica preservada e, ainda, com direito à acesso por meio de balsas.

                O caminho para uma das três balsas em direção às ilhas Taquecetuba e Bororé, extremo sul da cidade de São Paulo, a 25 quilômetros da Praça da Sé, tem muito em comum com uma cidadezinha litorânea.             

No entorno do discreto acesso à rua de paralelepípedos que leva ao local de embarque, uma praia artificial de pequena extensão de terra às margens da represa Billings, a maior entre as três que abastecem a população da Região Metropolitana, é tomada por guarda-sóis estampados com marcas de cerveja, aglomerados a trailers de lanches. No final de um pequeno píer em forma de “T”, há dois navios-restaurantes, aparentemente em decadência. A sinalização alertando para a poluição da água não desencoraja as crianças, que vêm em peso aos finais de semana, transformando o local em um “point” da região.

                As lojas de equipamentos para pesca e uma curiosa placa, grifada “porto”, evidenciam que os moradores já incorporaram o espírito praieiro há tempos. Um pouco mais à frente, as casas cessam e a via serpenteia uma densa floresta que remete ao Caminho do Mar. Após a última curva, é necessário reduzir a velocidade bruscamente, pois a fila de carros é longa e aparece de surpresa. O tempo de espera que irrita diariamente os habitantes da ilha, converteu-se em lucro para Ibiraci Silva, 34, vendedor de cds piratas.

Silva culpa o governo estadual pela cor turva da água, causada pela utilização de produtos nocivos à sobrevivência dos peixes para eliminar os aguapés que obstruíam a estação de bombeamento da represa. “Cinco anos atrás a Sabesp matou tilápias e bagres, antes vistos com freqüência no canal, ao jogar esses produtos químicos”, indigna-se.

                A travessia que interliga os bairros Riacho Grande e Tatetos dura cerca de 5 minutos. Dezenas de crianças e donas-de-casa com sacolas nas mãos brotam dos morros ao escutarem a ensurdecedora buzina anunciando a partida. Como o transporte público é ainda mais escasso, é costume pedir carona aos motoristas de caminhões. A balsa suporta apenas um ônibus a cada viagem, por determinação da marinha. Do outro lado, uma infinita muralha verde se alonga pela costa, interrompida apenas por um pequeno ponto cinzento, onde outros coloridos movimentam-se – sinal de que há gente esperando do outro lado.

                Um pouco mais agitada, a margem oposta possui restaurantes e bares com música sertaneja ao vivo. Anúncios de aluguel de chácaras para festas de casamento estão pendurados na maioria dos postes do trecho asfaltado de dois quilômetros que corta o bairro. Igrejas de inúmeras correntes, com muitos adornos e bem cuidadas, contrastam com a precariedade constante da maioria das moradias. – ainda que a apenas 15 quilômetros do mar, a ilha está na periferia do município paulista.

                A distância até o centro da cidade converteu a aposentadoria de David Alonso, 60, ex-ferramenteiro, em exílio – no bom sentido. Membro do grupo fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), mora no Condomínio Praia do Sol, na beira da represa. Dedica-se agora à leitura e tem projetos voltados para o ecoturismo. “Sou morador de uma região altamente privilegiada, mas é preciso conscientizar todos do valor que ela tem”, declara cauteloso.

                A segunda balsa leva à Bororé, próxima a bairros populosos, como Grajaú e, por isso, mais degradada. O programa de preservação ambiental, realizado pela comunidade de pescadores, é atualmente indispensável para a proteção da floresta que teve sua pele sensível arranhada pelas obras do trecho sul do Rodoanel.

                O apreço dos moradores da ilha pela vida bucólica da ilha, ampliado pela presença de Quaresmeiras e Manacás, é notável em todo o percurso. Resta torcer para que a especulação imobiliária e a presença de uma obra de grande porte como o Rodoanel na região, não transformem esse raro pedaço preservado de Mata Atlântica em uma ilha de concreto.

 

Colaborador: Paulo Eduardo Scheuer

Um paraíso bem perto da correria paulistana

Um paraíso bem perto da correria paulistana

Hola!

     Queria mostrar o que a Zona Norte tem de bom pra oferecer! Sei que muitos conhecem o Horto Florestal, mas peraí, tem muito mais aqui pertinho de casa.

     No Núcleo da Pedra Grande, localizado no Jardim Tremembé, Zona Norte de São Paulo você encontra muitas atrações, mas a principal delas é a Pedra Grande e sua vista espetacular! É possível enxergar grande parte da cidade, o centro e até a Avenida Paulista! Calma, eu não tenho somente boas notícias. Sei que poucos irão gostar, mas para chegar lá no topo da pedra, enfrenta-se um caminho pavimentado de mais de 4,5 km, e ainda mais: grande parte dele contendo ótimas subidas! Para quem chega lá e já se assusta, a melhor é entrar pelo Núcleo Águas Claras e pegar a trilha da Suçuarana, dessa maneira você poupará um pouco seu fôlego. Acho que suas pernas agüentarão três horas de caminhada! Vale a pena quando se chega lá em cima! Quem vai uma vez nem lembra mais do cansaço que é!

MAS, PERAÍ, ONDE FICA ESSE LUGAR THÂMARA???

Circuito Integrado Horto Cantareira

     Rua do Horto, 1.799, Tremembé. Z. Norte. (11) 6232-5049. sáb, dom e feriados 8h30-17h (menos dias de chuva). Entrada: R$2,00 (exceto crianças até 10 anos e maiores de 60). Há também playground e outras trilhas. É proibido bolas, churrasqueira, instrumentos ou aparelhos sonoros, pipas e animais domésticos.

Rebecca Nogueira

 

Vista do topo da Pedra Grande

Clima de cidade Européia em São Paulo

Clima de cidade Européia em São Paulo
 

                 Em busca de uma cidadezinha calma e aconchegante? Então vale a pena visitar Campos de Jordão. A cidade, que está localizado na Serra da Mantiqueira e é o município brasileiro mais alto, conta com pontos turísticos e atrações que a fazem mais que charmosa e muito visitada, principalmente pelo seu ar europeu e pelo seu clima frio. 

                Entre suas atrações turísticas estão o famoso teleférico (160 metros), que fica no parque do Capivari, as cachoeiras e claro, o Festival de Inverno, que envolve música erudita e acontece no mês de julho.

                Embora seja um dos principais pontos turísticos da cidade, a cachoeira Véu de Noiva, já deixou de ser o cartão postal da cidade. Para turistas que tentam visitá-la, o que encontram é um forte cheiro de esgoto e uma beleza impura pelas garrafas, papéis, e lixos diversos, um contraste nada desejável para a tão imaginada beleza. Até mesmo moradores e comerciantes da região não recomendam a visitação dessa cachoeira e o bar que fica ao lado do Véu da Noiva fica vazio. Por onde andam as autoridades para modificar essa realidade tão triste? Por lá é que não estão.

                Outro fato importante a ressaltar é que o morro do elefante está completamente diferente, para quem foi a dez anos atrás, o que se sente é uma nostalgia do que era, e uma sensação de que você não voltou ao mesmo lugar de antes. O grande elefante branco que era o símbolo do morro foi trocado por um elefante cinza, menor e que não fica tanto em evidência. Mas é só olhar para a vista para lembrar que você está no mesmo lugar.

                Não se pode esquecer de falar da arquitetura da cidade que segue inalterada por anos e até mesmo um trem passa por toda a cidade ser apreciada pelos turistas. Além disso, a cidade oferece trilhas, arvorismo, mountain bike, passeio a cavalo, pescaria, artesanato e uma enorme variedade de malhas, que são o sucesso da cidade.

                Mesmo com suas alterações a cidade não peca em nada em relação a sua beleza e calmaria. Restaurantes são ótimos para momentos familiares e o ambiente é propicio a uma tarde muito agradável. Não deixe de visitar esse encanto de cidade! 

 

Veja também o que saiu na imprensa:

http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid166832,0.htm

Thâmara Kaoru