Uma Ilha coração?

Uma Ilha coração?

Eu estava visitando esses sites de notícias internacionais, há muito tempo atrás,  quando me deparei com uma matéria engraçada. Na verdade achei que era mentira: Uma ilha em forma de coração!?

Resolvi fazer a prova quando cheguei em casa. Fui no Google Maps e digitei: Galesnjak.

Quer ver o resultado? Olha só…

Galesnjak

Formato visto do Google Maps

Deu vontade de conhecer, não deu?
Esta é uma ilha na costa da Croácia com aproximadamente 120 mil m².
Mas parece que o lugar, que tem dono, não está preparado para receber visitas.
Quem sabe um dia!
Até a próxima

Thâmara Kaoru

Aventureiro explora novas culturas com sua moto “Terumi”

Aventureiro explora novas culturas com sua moto “Terumi”

je5Enfim, chegaram as férias. É hora de procurar algo diferente para fazer. Nada melhor do que explorar cada pedaço do Brasil e até do mundo. Descobrir novas culturas e viver experiências únicas podem ser prazerosos.

Para aventuras como essa, há quem prefira tudo planejado, com um lugar para ficar, hotel, albergues, ou até casa de amigos, mas há também os aventureiros, que preferem explorar o mundo por sua conta e risco, como o músico Jefferson Estevam, mais conhecido como Jé, um nikkei que com sua moto, uma XT 600 E, apelidada de Terumi, rodam o Brasil e até outros países.

Uma de suas aventuras foi uma viagem de 25 dias rumo ao nordeste brasileiro, passando por Minas Gerais, Brasília, Goiás e Bahia. Jé batizou a viagem de “Mãe Gentil”, justamente por explorar pontos turísticos brasileiros e outros nem tão turísticos assim. A viagem virou um filme, produzido e filmado por ele mesmo, chamado “Os filhos da Mãe Gentil”.

Nessa viagem não houve luxo nem conforto. Seu hotel era móvel, uma barraca que ficava onde ele decidia que era hora de descansar. Seu “restaurante” era uma espiriteira e algumas misturas que “inventava”. E assim ele seguia sua expedição.

O aventureiro explica que em viagens como essa – principalmente de moto – o cuidado deve ser dobrado. Em caso de temporal, é preferível esperar. “Parece brincadeira, mas quando passei a fronteira de Minas Gerais com Goiás, começou uma chuva torrencial”.

Não gosto de desafiar a natureza. Ela é infinitamente mais forte que nós. Prefiro negociar, mas ela venceu sem acordos”, conta, acrescentando que o sacrifício vale a pena. Jé conheceu pontos como a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, Ibotirama, Chapada da Diamantina, Lençóis na Bahia e Ouro Preto em Minas Gerais. Para quem gostaria de conhecer esses lugares, mas prefere ir com mais calma, sem motos ou barracas, as opções são hotéis e albergues – muitos deles já até incluem pacotes com guias turísticos.

Ah, e a próxima viagem de Jé é a Europa. Ele deve ficar alguns meses em Londres e depois decidirá para onde ir. A única certeza é que volta ao Brasil em dezembro do ano que vem.

Boas férias e até as próximas dicas!

Thâmara Kaoru

especial para o Jornal Nippak: thamara@nippak.com.br

Matéria retirada da edição nº 2195 do Jornal Nippak

Impressões de uma Nikkei em Londres

Impressões de uma Nikkei em Londres

O famoso BIG BEN

O famoso BIG BEN

Sempre fui a favor de viajar para expandir o conhecimento e viver novas experiências! Nada melhor do que estar em outro país para conhecer realmente a cultura local e as diferenças em relação ao Brasil. Assim, no mês passado tive a oportunidade de visitar a Inglaterra por duas semanas.

Fiquei principalmente em Londres, uma capital encantadora e agitada que me fez lembrar um pouco a movimentada São Paulo justamente pela correria e pressa diária dos moradores da cidade, que diferente dos turistas, já se acostumaram com a beleza do lugar e não a vêem mais como novidade.

Enquanto visitava Londres, tive várias vezes a impressão de estar em um grande museu a céu aberto por causa das diversas opções que a capital oferece para se aprofundar na cultura local, o que alias, é um ponto forte da cidade, já que a maior parte dos museus são gratuitos e de fácil acesso ao público.

Mas, apesar de seu alto grau histórico, ao receber milhares de turistas todos os anos, fica perceptível uma descaracterização da cultura pela mistura de nacionalidades. Não acho que a diversidade cultural seja um problema, muito pelo contrário, acho que os londrinos estão se acostumando a lidar com essas diferenças culturais e aprendem a cada dia a acrescentar na própria cultura novas características, mas, lutam para não perder suas tradições por completo.

Ainda sim, andar pelas ruas londrinas é ouvir vários idiomas diferentes e ver claramente a mistura étnica, que se comparado com o Brasil, Londres ganha em variedade de nações e visível fluxo de turistas.

Fiquei encantada também com o contraste da modernidade e tradição que eu encontrei lá. De um lado a Piccadilly Circus, uma praça com um grande outdoor moderno, de outro, construções antigas e bem preservadas com um ar dignamente europeu. Tudo isso só acrescenta para o charme do lugar.

E claro, não poderia deixar de falar do famoso Big Ben! Não tão alto quanto parece nas fotos, os detalhes na arquitetura do relógio é o que impressiona e além de estar cercado de monumentos marcantes como o próprio parlamento inglês, a London Eye (roda gigante) e o Palácio de Buckingham, também é assediados por turistas que disparam flashes em direção ao relógio sem parar.

Minhas decepções se resumem a ausência de delicadeza no atendimento de algumas lojas e a falta de limpeza da cidade, visível nos meios de transporte e ruas e também por não tomar o chá das cinco. Os londrinos estão tão acostumados com a correria diária que essa tradição já é quase inexistente, sobrevivendo apenas para ingleses mais conservadores.

Mesmo assim, Londres tem mais vantagens do que desvantagens e é definitivamente um lugar para voltar!

Matéria publicada na edição n° 2191 do Jornal NIPPAK

www.nippak.com.br/jornal

Thâmara Kaoru

4 Supertramps

4 Supertramps

Julão, Jé..., Digo e Montoya

Julão, Jé..., Digo e Montoya

Queria deixar aqui registrado a minha admiração por esses 4 aventureiros.

História que ainda virará um livro que farei questão de escrever, ver esses rapazes com garra para desvendar e conhecer o nosso Brasil me inspira, afinal, não são todos os dias que vemos pessoas com essa vontade de desbravar o Rio São Francisco. Isso mesmo…Leandro Estevam (Montoya), Jefferson Estevam (Jé…), Julio Mello (Julão) e Rodrigo Estevam (Digo) passaram o mês de outubro e o comecinho de novembro navegando de caiaque pelo Velho Chico.

Ainda não posso dar detalhes sobre a viagem porque não tive oportunidade de conversar com eles, mas sei que muitas histórias vão ser postadas nesse blog ainda.

Enquanto isso você pode visitar o site com o  DIÁRIO DE BORDO . Lá dá para vocês terem uma idéia dos preparativos e de como foi algum dos trechos da viagem, creio que há muito mais para se contar.

Escolhi dar ênfase para esse projeto dos meninos não só por ser uma aventura diferente, mas também pela história de cada um. Conheço um pouco da vida deles e isso só me dá mais fascínio à atitude deles e tenho certeza que essa viagem apenas acrescentou mais na união que eles sempre tiveram. Espero que eles também inspirem vocês assim como me inspira e posso afirmar que esses 4 supertramps, como se denominam, fazem parte ativa da minha vida.

 

Vou contar um pouco do lado aventureiro deles, assim vocês poderão ter uma dimensão maior da viagem e dos participantes dela. Lembrando que essa é a minha visão e tenho certeza que há detalhes que por um lapso deixarei de escrever, o que aos poucos vou complementando com novos posts. Na verdade quero a principio vocês tenham a visão que eu tenho deles.

 

Leandro Estevam – também conhecido como Montoya, é estudante de história da USP e sempre teve atração por aventuras selvagens, assim como os outros tramps. Atualmente é um dos líderes do grupo de jovens Ake-no-Hoshi e também trabalha com organização de games (essa parte eu precisaria ser mais precisa, eu sei, logo terei as informações). Um cara super ético e diplomatico, que tem visão de líder e atitude de líder. Ele sabe te incentivar no momento certo, tanto para que você mesmo ganhe mais confiança nas suas atitudes quanto para você aprender. É sem dúvidas um inspirador e sempre aceito suas criticas com muito bons olhos, porque eu sei que são construtivas. Enfim, o Leandro é de fato um aventureiro nato! Recentemente foi para a Bahia em uma viagem de moto, afinal ele é um amante desse meio de transporte e faz parte dos Vermes de Jacó, um motoclube de São Paulo. Inteligente e com visão critica sobre o mundo e mídia (eu que sei), conversar com ele é edificador e ótimo, você sempre sai da conversa com outras perspectivas e novos olhares.

 

Jefferson Estevam – O Jé… É sem dúvidas nenhuma um dos meus maiores inspiradores. Foi com ele que aprendi o verdadeiro sentido de liberdade, e não essas que o mundo prega. Tanto quanto o Leandro, o Jé é também um aventureiro nato, e esse com mais ênfase ainda pelo tanto de viagens que fez de moto e pelo mundo. Tiveram o prazer de recebê-lo o Deserto do Atacama, toda a costa da brasileira, e agora o Rio São Francisco. Realmente não tenho idéia de quantos lugares diferentes ele já esteve. Determinado e confiante, ele sabe passar esses sentimentos a qualquer um. Também tem a liderança no sangue e é uma pessoa incrível e que quer apenas viver a vida, sem luxo e sem glamour, apenas viver! Acho que nunca conheci uma pessoa tão livre e que ao mesmo tempo consegue criar vínculos verdadeiros e tão fortes. Onde ele passa, você pode ter certeza que ele fez a diferença de alguma forma e quando eu digo que ele é inspirador e que realmente a minha admiração não fica apenas em suas atitudes, mas sim no que ele é como pessoa completa. Além disso, posso afirmar que ele estava presente todos os momentos que mais precisei e me ajudou em todos! Estava no Japão a algum tempo, deu uma passadinha em Londres e voltou um dia antes da viagem ao Velho Chico, o que foi a maior correria, mas bem no estilo Jé… de ser! Primo do Leandro e do Digo, o que os une é mais do que o sangue, é um amor de irmão! Ah…o Jé também é musico, toca teclado muito bem, mas se você der qualquer instrumento na mão dele, ele vai saber tocar de alguma forma.

 

Rodrigo Estevam – Conheço o Digo por tabela, por ser muito amiga da Yuki, esposa dele, mas sempre tive boas impressões dele. Baterista de primeira, o Digo tem um coração bom. Sempre me passou tranqüilidade e boa vontade. Ele já mostrou gostar de aventuras em outras viagens que realizou com os meninos do Hoshi (Gledson e Sheine) e denominaram a viagem como “Roots” (raízes), já que a viagem foi selvagem e acrescentava a idéia de que quanto mais natural for, melhor é. O Digo sabe quando é ou não para falar algo e sabe ser discreto quando tem que ser. É também um cara que admiro pelos esforços e sonhos. O digo é irmão do Leandro e toca na Banda Hoshi juntamente com o Jé…e o Julão.

 

Julio Mello – Também musico, toca baixo como ninguém e tem claramente dom para música. Esse sim, posso afirmar que é um cara tranqüilo! Há pouco tempo atrás estava na Turquia e Espanha, também passou pela Grécia e Suíça. Só por ai não preciso entrar em detalhes o quão ousado ele é nessa questão. E essa ousadia o trouxe muitas histórias e experiências únicas, histórias essas que quando contadas encantam pelo seu alto grau de conteúdo e novas maneiras de ver o mundo. O Julinho já é conhecido pelo mar, pois enquanto estava fora, também navegou, ajudando em barcos. Distraído e esquecido às vezes, o Julinho é sem duvida um cara muito esforçado e é uma ótima pessoa para conversar.

 

Limito-me a escrever apenas isso e não ser ansiosa e sim esperar por novas informações e histórias contadas pessoalmente por eles para postar aqui.

Mas aguardem, espero realmente ter a oportunidade de transformar essa aventura em livro!

Thâmara Kaoru


A caminho do Velho Chico

A caminho do Velho Chico

 

Londres: Primeira vez em 70 anos que neva em outubro

Londres: Primeira vez em 70 anos que neva em outubro

Fiquei feliz de estar presente no dia em que nevou em Londres…

Para quem conhece o clima Inglês, a neve não possui nada de surpreendente. Mas a surpresa está em outro dado que o título revela.

Sim…Sim, foi a primeira vez em 70 anos que nevou no mês de outubro em Londres, e acreditem, eu estava lá!!!

Lembro-me bem que tinha saído com meu amigo Jan e que na volta estava muito frio, muito mesmo…mas como as noites de outono londrinas estavam frias mesmo, não achei nada de estranho.

Estranho foi quando reunida com meus amigos escuto o comentário: “Está nevando!”. Naquele momento abri um sorriso, bem diferente da reação dos meus amigos, que fizeram cara de desconsolo e cansados de ver neve.

Já havia visto neve nos Estados Unidos, mas nunca havia visto caindo, apenas já acumulada no chão, então foi incrível!

Saí toda feliz na rua…senti a neve caindo em mim…e parecia uma criança feliz se divertindo com pouco! O que eu havia esquecido e que logo lembrei é que a parte da neve caindo em você é realmente legal, mas a parte do molhado que fica depois, é bem complicado!

Fiquei com o casaco molhado e o cabelo também, ao me ver naquela situação, molhada e com floquinhos de neve, senti a principio uma aversão pela neve…que logo passou ao lembrar da primeira sensação de alegria.

Enfim, só queria registrar esse feito que fazia tempo que não acontecia e que foi divertido para mim!


Thâmara Kaoru

 

Paris ficará mais bela

Paris ficará mais bela

 

Os arquitetos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, que fizeram o “Ninho do Pássaro” irão construir em Paris uma torre triangular com 211 metros de altura prevista para ficar pronta em 2014.

A projeção feita em computador (foto) mostra como ficará a nova torre.

O local contará com escritórios, lojas, centro de convenções e possivelmente um hotel.

Thâmara Kaoru

Barcelona e seu Design

Barcelona e seu Design

Se tem um lugar que está na minha listinhas de próximas visitas, este lugar é Barcelona!!! Não só por ser a cidade vibrante que é, mas também pela beleza da arquitetura e design descontraído, diferente do habitual.

Além disso, tem a questão cultural. A cidade fica na região catalã, o que gera uma mistura de castelhano e francês (adoraria ver essa mistura) e também dar uma passadinha na badalada rua “La Rambla”.

As molduras e arquiteturas diferentes que citei são do artista Antoni Gaudí, que fez Barcelona pertencer a ele mais do que qualquer outro.

Também tenho que comentar sobre a montanha Montjuic e pelas águas do Mediterrâneo. Vontade de ir para lá é o que não falta. Mas vou me limitar a mostrar fotos de Barcelona, um lugar que sem dúvidas é curioso e com cores alegres e vibrantes, lembrando todo o encanto quase que infantil que temos e retomando contos de fadas com suas muitas fantasias.

Para saber mais:

http://interata.squarespace.com/jornal-de-viagem/2006/9/19/barcelona-fica-na-espanha-mas.html

Thâmara Kaoru

A Zebra…

A Zebra…

Depois de tempos sem escrever, resolvi voltar à ativa e não abandonar o Blog…(risos)

Resolvi então escrever um pouquinho sobre as Olimpíadas, já que foram voltados para lá todos os olhares curiosos da melhor Olimpíada de todos os tempos.

Apesar do mico da abertura ter seus deslizes, temos que admitir que foi um show de tecnologia, criatividade e beleza. Londres vai ter que se desdobrar para ultrapassar os elogios dado a essa abertura e a organização dos jogos.

Mas não são só elogios que ficam. A gente não pode esquecer que a China ainda é um país comunista, e que além de censurar a imprensa, tem também preconceito com as mulheres e tentou assim mascarar todos esses problemas com a aparecia de um país feliz e sem problemas.

Mas, o pior de tudo foi ver os Estados Unidos se colocando em primeiro pela quantidade de medalhas independentemente se foi ouro, prata ou bronze…(podem olhar em sites e programas americanos para vocês verem realmente quão ridículo é essa atitude!).Difícil admitir o segundo lugar? Não se preocupem Nação Americana, mais difícil ainda é admitir o nosso 23º lugar: Vergonha nacional! Os favoritos ficaram só no favoritismo mesmo…e aqueles que ninguém dava nada trouxeram o ouro. Isso, espero eu, que sirva de lição para a Comissão Olímpica Brasileira, organizadores e patrocinadores, e apesar do bilhão investido, não é só nas Olimpíadas que os atletas devem ter espaço e serem incentivados.

Ficamos então, com as nossas 15 medalhas e os meus parabéns para esses atletas que mesmo sem o incentivo devido conseguiram representar o país. E agradeço também aos atletas que não conseguiram medalhas mas, que se esforçaram a máximo para conseguir, e detalhe especial principalmente as meninas do futebol que jogaram muito mais que os meninos e que mereciam muito a medalha de ouro.

Ah…e é claro, parabéns para a China, que temos que admitir, superou expectativa e mostrou que realmente estava preparada para receber esses jogos que ficaram marcados pela Zebra brasileira.

Thâmara Kaoru

Desbrave Atibaia

Desbrave Atibaia

 

Enfim, aqui está meu último post, snif!

Para comemorar que hoje é o dia do primeiro vôo de balão e aproveitando que estamos em época de festas juninas pelo Brasil a fora, gostaria de fazer uma homenagem a todos os que viajam de balão, e fazer uma crítica a todos aqueles que soltam balão, é crime e causar incêndios de grandes proporções.

Agora sim a matéria.

Não posso começar falar dos pontos turísticos de Atibaia sem antes contar uma breve história da cidade, eis ela.

 

 

O surgimento de Atibaia está ligado à história dos bandeirantes paulistas que desbravaram vasto território em busca de riquezas. Em suas viagens para o sertão, os bandeirantes procuravam locais para o descanso, geralmente próximos a rios.

 

 

O bandeirante Jerônimo de Camargo, em uma das expedições, mandou construir uma pequena capela em uma colina próxima ao rio, para colocar a imagem de São João Batista, ao qual era devoto. Em junho de 1665, este local de parada passou a se chamar “Sítio de São João Batista de Tubaia”.

Por ordem da Câmara de São Paulo, o padre Matheus, acompanhado de índios Guarús, começou a formar uma aldeia próxima à capela. Em 1761, a aldeia foi elevada a Freguesia, já com o nome de Atibaia, que significa, na língua dos índios, rio manso de água agradável ao paladar.

Em 1769, foi elevada a Município e, em 1770, instalou-se a primeira Câmara Municipal, ocasião de grandes solenidades no levantamento do Pelourinho. Desde então, Atibaia tem participado ativamente de muitos fatos históricos. A cidade já era conhecida de D. João VI que, em uma de suas passagens, andou no solar da praça da Matriz.

No ano de 1945, o município foi reconhecido como Estância Hidromineral e, em 1978, foi transformado em Estância Turística.

 

Pra Onde Thâmara?

Irei lhes dar o endereço de três agradáveis lugares que estive em Atibaia e como fazer para visitá-los.

O primeiro deles é o Balneário de Atibaia. Instalado dentro do Parque das águas, o Balneário recebe a excelente água da fonte Bocaína. Oferece saunas úmidas e secas, banho de imersão, massagens, duchas escocesas e circulares, piscina de contraste, diatermia, bar, sala de repouso e piscinas para recreação de adultos e crianças. Além de tudo isso, o Balneário conta com a bela paisagem do lago do Major.

Outro Belo Lugar é o Parque das Águas. Um local para quem busca a paz e harmonia. Trata-se da antiga fonte do Rosário e dispõe de diversas áreas de lazer e descanso com bosque de eucaliptos, viveiro de plantas, fonte e lago. Um grande atrativo para um passeio em família

 

Onde fica, Thâmara?

Endereço: Av. Olavo Amorim Silveira

E por fim caso haja tempo, passe no Museu João Batista Conti. O prédio foi construído em 1839, para abrigar a Câmara e a cadeia, posteriormente abrigou o Fórum Judicial. Em seu acervo há armas, objetos do império, da república, do folclore, arte sacra, música, fotos etc. Para visita o museu abre de terça a sexta-feira, das 11:30 às 17:30 H.

 

Onde Fica, hein Thâmara,?

Se situa na Praça Bento Paes, S/N – Centro de Atibaia.

Para quem quiser se hospedar em um bom hotel e não tem como entrar em contato

Quer saber tudo sobre Atibaia?

Gabriel Danius

Fuji-san

Fuji-san

       Um dos vulcões mais famosos do mundo e ainda ativo (baixo risco de erupção), o Monte Fuji esbanja beleza.

       Infelizmente, só pude vê-lo do alto do avião, mas fiquei impressionada com sua imensidão e mesmo lá de cima já era possível se encantar.

       Meu querido amigo Jefferson Estevam, mais conhecido como Jé…, já teve a oportunidade de ir até o topo e me relatou quão dificil foi, mas que valia a pena.

       Outro amigo querido que já teve essa incrível oportunidade foi Gledson Amaro, que ainda mora no Japão. “É um lugar com uma vista incompáravel”, afirma Gledson, e comenta que seu único erro foi subir o Monte Fuji sem luvas e toca. Mas Gledson comenta que o lugar não é perigoso e é bem sinalizado.

       A caminhada dura cerca de 6 horas dependendo de quantas paradas se faz. O que mais me supreendeu foi que o Gledson disse que lá eles vendem até oxigênio por causa da dificuldade da subida. Uma lata custa em média 10 reais. Outra coisa que eles vendem por lá é um bastão que ajuda na hora da subida e que além de servir de apoio, serve como prova de que você chegou até o topo. Cada marcada (com ferro quente) custa em torno de 6 reais. Lá no topo eles vendem um pingente e servem lamen também.

       “Mesmo em pleno verão, lá no topo faz muito frio”, explica Gledson, que complementa dizendo que além da visão linda também é possível ver um buraco enorme do meio do vulcão.

Com certeza, esse cartão postal do Japão é encantador e atrai muitos turistas ao longo do ano.       

       E ai mochileiro? Vai encarar essa aventura?

 

Mais informações sobre as viagem do Gledson em gledsonbr.wordpress.com

E as viagens do Jé… em jehoshi.blogspot.com

 

Thâmara Kaoru