Posted by: thamara | Junho 4, 2008

Desbrave Atibaia

Enfim, aqui está meu último post, snif!

 Para comemorar que hoje é o dia do primeiro vôo de balão e aproveitando que estamos em época de festas juninas pelo Brasil a fora, gostaria de fazer uma homenagem a todos os que viajam de balão, e fazer uma crítica a todos aqueles que soltam balão, é crime e causar incêndios de grandes proporções.

 

Agora sim a matéria.

Não posso começar falar dos pontos turísticos de Atibaia sem antes contar uma breve história da cidade, eis ela.

 

O surgimento de Atibaia está ligado à história dos bandeirantes paulistas que desbravaram vasto território em busca de riquezas. Em suas viagens para o sertão, os bandeirantes procuravam locais para o descanso, geralmente próximos a rios.

 

O bandeirante Jerônimo de Camargo, em uma das expedições, mandou construir uma pequena capela em uma colina próxima ao rio, para colocar a imagem de São João Batista, ao qual era devoto. Em junho de 1665, este local de parada passou a se chamar “Sítio de São João Batista de Tubaia”.

 

Por ordem da Câmara de São Paulo, o padre Matheus, acompanhado de índios Guarús, começou a formar uma aldeia próxima à capela. Em 1761, a aldeia foi elevada a Freguesia, já com o nome de Atibaia, que significa, na língua dos índios, rio manso de água agradável ao paladar.

 

Em 1769, foi elevada a Município e, em 1770, instalou-se a primeira Câmara Municipal, ocasião de grandes solenidades no levantamento do Pelourinho. Desde então, Atibaia tem participado ativamente de muitos fatos históricos. A cidade já era conhecida de D. João VI que, em uma de suas passagens, andou no solar da praça da Matriz.

 

No ano de 1945, o município foi reconhecido como Estância Hidromineral e, em 1978, foi transformado em Estância Turística.

 

 

Pra Onde Thâmara?

 

Irei lhes dar o endereço de três agradáveis lugares que estive em Atibaia e como fazer para visitá-los.

 

O primeiro deles é o Balneário de Atibaia. Instalado dentro do Parque das águas, o Balneário recebe a excelente água da fonte Bocaína. Oferece saunas úmidas e secas, banho de imersão, massagens, duchas escocesas e circulares, piscina de contraste, diatermia, bar, sala de repouso e piscinas para recreação de adultos e crianças. Além de tudo isso, o Balneário conta com a bela paisagem do lago do Major.

 

Outro Belo Lugar é o Parque das Águas. Um local para quem busca a paz e harmonia. Trata-se da antiga fonte do Rosário e dispõe de diversas áreas de lazer e descanso com bosque de eucaliptos, viveiro de plantas, fonte e lago. Um grande atrativo para um passeio em família

 

Onde fica, Thâmara, hem?

Endereço: Av. Olavo Amorim Silveira

 

E por fim caso haja tempo, passe no Museu João Batista Conti. O prédio foi construído em 1839, para abrigar a Câmara e a cadeia, posteriormente abrigou o Fórum Judicial. Em seu acervo há armas, objetos do império, da república, do folclore, arte sacra, música, fotos etc. Para visita o museu abre de terça a sexta-feira, das 11:30 às 17:30 H.

Onde Fica, Thâmara, hem?

Se situa na Praça Bento Paes, S/N – Centro de Atibaia.

 

Para quem quiser se hospedar em um bom hotel e não tem como entrar em contato

Quer saber tudo sobre Atibaia? 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posted by: thamara | Junho 4, 2008

Quero ir para Sidney!!

Opera House Sydney Australia

Sidney fica localizada no estado de New South Wales e é a maior cidade da Austrália em número de habitantes. Um amigo meu fez intercâmbio para estudar inglês e ficou apaixonado por esta cidade que conta com muitas belezas naturais e arquitetônicas deslumbrantes. Esse mesmo amigo me contou algumas das melhores atrações e pontos de visitação em Sidney para que vocês tenham uma idéia do que a cidade tem a oferecer.

Opera House: bonita por dentro e por fora, junto com a Harbour Bridge, a Opera House faz parte do cartão postal de Sidney. Vale muito a pena a visita com o guia que custa AU$ 26*, mas se você quiser assistir a um show, ópera, teatro ou orquestra, você estará fazendo um dos programas mais chiques de Sidney.

Opera House
Opera House

Harbour Bridge: A Harbour Bridge é definitivamente o cartão postal de Sidney, além de ser uma construção esplendorosa por seu tamanho e design. Construída entre os anos de 1924 e 1932, possui 8 faixas para carro, 2 para trem, 1 para bicicleta e outra para pedestres. Seja de bike, trem, carro ou até mesmo a pé, se você veio até Sidney você tem que atravessar a ponte. Para os mais radicais, o Bridge Climb é um passeio onde o turista anda pelos arcos da ponte a uma altura de 134 metros. Os preços começam a partir de AU$ 179*.

Sidney Habour Bridge
Habour Bridge

Darling Harbour: Procurando um lugar gostoso para fazer uma caminhada e cheio de atrações? Darling Harbour além de muito bonito, está cheio de atrações e restaurantes. Tem o Aquário de Sidney (Sydney Aquirium) - um dos maiores aquários do mundo, IMAX Theater - cinema com uma tela gigante, Australiam National Maritime Museum - museu de história do mar, Powerhouse museum - museu sobre a história e cultura Australiana, Sydney Wildlife World - a vida selvagem Australiana mostrada em diferentes ambientes naturais e com amostra de mais de 6 mil animais, Chinese Garden of Friendship - belíssimo jardim chinês onde você pode fazer caminhadas entres flores e cachoeiras no meio da cidade, Star City Casino - casino é legalizado na Austrália e o de Sidney fica em Darling Harbour e por último o Monorail - espécie de trem que anda suspenso sobre os trilhos passando pelo coração da cidade.

Royal Botanic Garden: Uma área verde enorme no meio de Sydney, com lagos, jardins e com vista para o Opera House, quer mais? O Botanic Garden é um lugar excelente para fazer um picnic, ler um livro ou jornal, ou simplesmente contemplar a bela paisagem.

Royal Botanic Garden
Royal Botanic Garden

Featherdale Wildlife Park: Uma espécie de zoológico mas bem diferente. No Featherdale os animais ficam, em sua maioria soltos e você pode andar entre eles. São cangurus, emas e coalas vivendo em habitares que imitam os naturais. O visitante tem a oportunidade de comprar uma vegetação que vem em uma casquinha de sorvete para alimentar os animais.

Diabo da Tasmania
Demônio da Tasmânia (pouco parecido com o do desenho)
Koala
Coala
Canguru Kagaroo
Canguru solto no Zoo Parque Featherdale

Taronga Zoo: É o zoológico de Sidney famoso por sua vista para o Opera House e a Harbour Bridge e ainda é possível avistar o centro de Sidney. O Taronga tem todos os animais que um zoológico que qualquer outro zoológico do mundo teria, e mais os animais nativos da Austrália. Você também encontra o Show de Pássaros e Show da Foca que são muito bacanas.

Show Foca Taronga Zoo
Show Foca Taronga Zoo
Taronga Zoo
Taronga Zoo com a vista da cidade de Sydney

The Rocks: É o bairro mais antigo de Sydney, e fica ao lado da Harbour Bridge. Construído em 1788, The Rocks já passou por diversas transformações, mas conserva até hoje suas construções do século XIX. Suas ruas são repletas de lojas onde os turistas encontram diversos “souvenirs” como camisetas, bonés, livros de fotografia e bichos australianos de pelúcia. Aos sábados e domingos nas ruas do The Rocks são instaladas mais de 150 barracas que vendem deste pequenos presentes com design australiano até condimentos e temperos feitos em casa. Este mercado é conhecido como The Rocks Market.

The Rocks Market Sidney Australia
The Rocks Market

Sydney Tower: Com 305 metros de altura, também conhecida como AMP Tower, é um dos pontos turísticos mais visitados de Sidney. Do seu topo é possível avistar a Harbour Bridge, Opera House, o centro de Sidney que são localidades próximas da torre, e também as praias mais distantes e montanhas ao redores da cidade. No restaurante rotatório localizado no seu topo, é possível jantar às luzes dos 4 cantos da cidade. Um passeio na torre de Sidney custa AU$ 24*.

Paddy’s Market: É meca dos produtos baratos em Sidney. Se você estiver procurando aquelas lembrancinhas para levar para os amigos, Paddy’s Market é o lugar. Fica próximo a Chinatown, sua entrada principal fica na Hay St., 10 à 15 minutos andando da Central Station ou da Town Hall Station. Abre apenas de Quinta à Domingo das 9 AM às 5 PM.

Centro Olímpico: Se você é ligado em esportes e se recorda das Olimpíadas de Sydney 2000 você deve ir visitar o centro olímpico totalmente construído para hospedar o evento mais importante do esporte mundial. Localizado fora do centro de Sidney, você pode chegar lá de trem saindo da Estação Central.

Praias: Sidney é cercado de ótimas praias, entre elas a mais famosa é Bondi Beach que fica a 40 minutos do centro da cidade pra quem estiver indo de ônibus. Manly, fica ao Norte da cidade e é uma praia muito bonita. Para chegar até lá você tem que pegar uma balsa (ferry) no Circular Quay (ponto de saída das balsas) que leva 30 minutos. Palm Beach é uma praia lindíssima, porém meio longe, fica aproximadamente 2 horas de ônibus do centro da cidade. Estas são as 3 praias em Sidney que nossa fonte aconselharia você a visitar. Outras praias também famosas são: Bronte, Coogee, Maroubra e Cronula. Muitas das praias de Sidney são excelentes para a prática de surf, portanto se você gosta de surf ou se você surfa, não deixe de ir visitá-las.

Blue Mountains: Conhecidas como Montanhas Azuis, posuem este nome pois em certos períodos do ano é possível avista-las de longe em cor azulada. Blue Mountains é uma excelente lugar para quem gosta de estar junto a natureza. É possível fazer caminhadas de diversos níveis (iniciantes a avançados), porém não importa o quanto experiente você seja é sempre bom ir com um guia. Além de muito verde e uma belíssima paisagem, a Blue Mountains conta com atrações turísticas como o Skyway, Cableway e Railway. O Skyway e o Cableway são uma espécie de teleférico que levam você num passeio sobre a floresta; por ser um passeio curto é ideal pra família com crianças pequenas. O Railway, por sua vez, é uma espécie de carrinho de parque de diversão que percorre um caminho morro abaixo por um trilho de 415m, onde antes ficava uma estação de mineração. Para chegar na Blue Mountains pegue um trem da Estação Central que vai para Katoomba.

Onde Ficar:

A Austrália é repleta de albergues, e Sidney não é diferente. Os albergues são na sua maioria limpos e bem organizados e com preços bem atraentes, que geralmente variam de AU$ 25* a AU$ 40* por pessoa por dia.
Abaixo segue uma lista de albergues localizados em diferentes áreas da cidade. Como Sidney é uma cidade muito turística, tente fazer a reserva de sua acomodação com antecedência.

CB Hotel
417 Pitt Street, Sydney
City

Sydney Central YHA
Cnr Pitt St and Rawson Ave
City

City Resort Hostel
103-105 Palmer St
Woolloomooloo

Backpackers Headquarters Hostel
79 Bayswater Road
Kings Cross

Manly Backpackers Beachside
28 Raglan Street
Manly Beach (praia longe do centro)

Noah’s Backpackers
2 Campbell Parade
Bondi Beach (a cerca de 40 minutos de ônibus do centro)

Transporte: Sidney tem várias opções de transporte; seja de trem, ônibus ou balsa (ferry) você poderá conhecer a cidade, visitando suas principais atrações turisticas.

Rebecca Nogueira

Posted by: thamara | Junho 3, 2008

Entre montanhas, cachoeiras e grutas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São Tomé das Letras é uma cidade localizada em cima de um morro que varia a altitude entre 870 e 1430 metros. Por isso prepare-se para encarar subida, descida e muito frio. O município fica no sul de Minas Gerais e faz fronteira com Três Corações, Luminária, Cruzília, Baependi e Conceição do Rio Verde (outras cidadezinhas muito interessantes). 

Lá moram mais ou menos 6000 pessoas. Quando os feriados chegam, o número de pessoas na cidade dobra. 

 Não sabe o que fazer em São Tomé? Pra onde, Thâmara? te ajuda:

Pontos turísticos que valem a pena ser visitados:

Cachoeira Paraíso – essa cachoeira tem uma pequena praia e uma trilha que leva ao Bosque das Ninfas.

Gruta de São Thomé –gruta que faz parte da lenda da cidade. Fica na praça Barão de Alfenas, onde também fica a Igreja .

Igreja Nossa Senhora do Rosário – é uma igreja feita de pedra. Representa um clássico na arquitetura da cidade.

Cachoeira das Bruxas – é considerada uma cachoeira quase desconhecida , pois fica depois do bairro rural de Sobradinho.

Em direção a São Bento Abade, estão o Vale das Borboletas, a Corredeira das Ninfas e a Corredeira Shangri-lá.

Gruta das Bruxas – fica a 5 km de Sobradinho. É uma gruta com várias bifurcações.

Gruta do Carimbado – Tem a lenda que ao entrar na gruta, você vai para Machu Pichu (Peru). A gruta possui muito barro. È bom estar preparado com uma roupa que você possa sujar bem. Não é indicado procurar o final da gruta, já que ninguém sabe onde ela acaba.

Cruzeiro – é o local mais alto da cidade. É o lugar preferido para curtir a noite. É lá que fica a Pirâmide,uma construção antiga.

 O Pra onde, Thâmara? também dá algumas dicas para curtir a cidade:

1. O ideal é ir de carro, pois a distância entre os principais pontos turísticos da cidade é grande.  

2. Além das pousadas, existem campings e casas dos próprios moradores para alugar.  

3. Quando a noite chega, o frio é grande. Sempre é bom estar preparado e levar agasalhos.

4. Se preferir ficar em algum camping, leve cadeado para trancar sua barraca.

5. Leve lanterna para andar nas grutas.

6. Existem guias que podem te ajudar a conhecer os lugares. Para chegar em alguns locais interessantes, como Shangrilá e Gruta das Bruxas, você não pode contar com as placas. Nesses casos, o guia te ajudará bastante.

7. Pelo menos uma vez, espere o sol nascer de cima do Cruzeiro. O lugar é famoso e muito freqüentado por sua linda paisagem.

8.  Se você não gosta viajar para lugares muito procurados em feriados, visite São Tomé das Letras em fins de semana normais. A cidade “vazia” também é bem bacana.

9.  Se possível, leve uma bicicleta para fazer trilhas. A cidade reserva muitas trilhas legais.

 

Gabriela Galvêz

Posted by: thamara | Maio 30, 2008

Fuji-san

       Um dos vulcões mais famosos do mundo e ainda ativo (baixo risco de erupção), o Monte Fuji esbanja beleza.

       Infelizmente, só pude vê-lo do alto do avião, mas fiquei impressionada com sua imensidão e mesmo lá de cima já era possível se encantar.

       Meu querido amigo Jefferson Estevam, mais conhecido como Jé…, já teve a oportunidade de ir até o topo e me relatou quão dificil foi, mas que valia a pena.

       Outro amigo querido que já teve essa incrível oportunidade foi Gledson Amaro, que ainda mora no Japão. “É um lugar com uma vista incompáravel”, afirma Gledson, e comenta que seu único erro foi subir o Monte Fuji sem luvas e toca. Mas Gledson comenta que o lugar não é perigoso e é bem sinalizado.

       A caminhada dura cerca de 6 horas dependendo de quantas paradas se faz. O que mais me supreendeu foi que o Gledson disse que lá eles vendem até oxigênio por causa da dificuldade da subida. Uma lata custa em média 10 reais. Outra coisa que eles vendem por lá é um bastão que ajuda na hora da subida e que além de servir de apoio, serve como prova de que você chegou até o topo. Cada marcada (com ferro quente) custa em torno de 6 reais. Lá no topo eles vendem um pingente e servem lamen também.

       “Mesmo em pleno verão, lá no topo faz muito frio”, explica Gledson, que complementa dizendo que além da visão linda também é possível ver um buraco enorme do meio do vulcão.

Com certeza, esse cartão postal do Japão é encantador e atrai muitos turistas ao longo do ano.       

       E ai mochileiro? Vai encarar essa aventura?

 

Mais informações sobre as viagem do Gledson em gledsonbr.wordpress.com

E as viagens do Jé… em jehoshi.blogspot.com

 

Thâmara Kaoru

Posted by: thamara | Maio 29, 2008

A bela cidade do Moulin Rouge: Paris!

A chamada cidade-luz é sinônimo de romance. É impossível, sim, im-pos-sí-vel não ficar encantado com ao menos uma das atrações desta que é uma das – se não a mais – cidades mais conhecidas do mundo.

Se Nova York é a cidade que nunca dorme, Paris é onde não se pára nunca. Há atrações para todos os gostos, bolsos e idades. Começando pelo Arco do Triunfo, passando por sua avenida mais larga e famosa, a Champs-Elysées (não é à toa que existem tantas vias chamadas “Campos Elíseos” no Brasil) e chegando a toda-poderosa “dama de ferro” parisiense, a Torre Eiffel, você terá visto menos de um décimo do que há para curtir e aprender em Paris. Por isso, mochila nas costas (é o que a Thâmara indica! nossa mochileira de plantão) – ou bolsa chiquérrima nos braços (que já faz mais o meu gosto!) – e aproveite.

Além dos locais citados acima, há outros pontos obrigatórios na cidade. A Place de la Concorde, por exemplo, é um mergulho nos livros de história. Foi lá que o rei Luís XVI e sua esposa, Maria Antonieta, foram decapitados por guilhotinas após a revolução francesa. História é palavra-chave na cidade. O Arco do Triunfo, que abriu nosso passeio, foi erguido por ordem de outro personagem freqüente em nossas escolas: Napoleão, para que pudesse ser recebido com glória ao chegar de suas batalhas.

A Torre Eiffel não é apenas aquele gigante que estamos acostumados a ver nos cartões-postais. Há vida – e que vida – em seu interior. São três pavimentos onde estão instalados um cinema que exibe um filme sobre a construção da torre, um restaurante (o disputadíssimo Jules Verne) e um museu de cera que mostra como era o escritório do construtor da torre, o engenheiro Gustave Eiffel, ele mesmo representado, estudando seus projetos.

Paris também é conhecida pelo volume de dinheiro que circula por lá. Saca só: PIB superior ao da Austrália, o maior centro financeiro e a segunda maior bolsa de valores da Europa. Não é a toa que em La Défense (centro econômico da cidade e assim chamado em memória a resistência oposta pelos franceses às tropas prussianas na guerra de 1870-1871) estão as sedes de grandes empresas francesas.

Se você olhar no mapa verá que em Paris existe o que o franceses chamam (fazendo biquinho, claro) de “axe historique” (eixo histórico). O ponto de partida é o Louvre, seguindo em linha reta pela avenida de Champs-Élysées, passando pelo Arco de Triunfo, continuando até à ponte de Neuilly e finalmente chegando no Arche de la Défense. Olha, até dá pra fazer o percurso a pé, mas a gente indica um tênis bem macio e o ticket do metrô garantido para a volta.

Le Arche de la Défense (conhecido também como O Grande Arco) está é um cubo oco, de 112 metros de altura, coberto de mármore branco e aberto no centro, apoiado por 12 pilares de 30 metros cada. Ufa! Inaugurado em comemoração do bicentenário da Revolução Francesa, o arco foi projeto do arquiteto dinamarquês Otto von Spreckelsen, e simboliza uma janela aberta para o mundo.

Noite

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Imagine uma balada em um barco sobre o rio Sena. Agora, estando em Paris, pode parar de imaginar e entrar no Batofar. Sim, é uma danceteria-bar-clube em um barco. Mas se Paris te lembra can-can e cabarés, seu lugar é Pigalle, bairro que abriga o lendário Moulin Rouge (não, a Nicole Kidman não estará lá, mas aí você já está querendo demais).

Se você preferir algo menos profano, pode aproveitar a noite para visitar a Sacre Coeur. A basílica mantém suas portas abertas até 11 da noite.

Passeios

Se você tiver um tempinho extra, tente fazer pelo menos uma mini-viagem, para os arredores da cidade. Você pode ir para a Disneyland Resort Paris (você vai querer mais de um dia para aproveitar tudo), que é mais um complexo turístico do conglomerado Disney. Mas se você tiver economizando tempo, a dica é o Palácio de Versalles.

Paris - Palácio de Versailles - med

Considerado um dos maiores do mundo o Palácio de Versailles possui 2 mil janelas, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. Muitos números? Pois fique sabendo que além disso ele é também um dos pontos turísticos mais visitados de França, chegando a receber 8 milhões de turistas por ano.

Idéia de quem? Ah, de um cara figuraça! Luis XIV, rei da França, que se considerava o Rei Sol, e costumava dizer: L’Etat c’est moi. (O Estado sou eu.) Poderoso e megalomaníaco ele não? E desde pequeno. A primeira construção no local foi do Rei Luis XIII que como gostava de caçar mandou construir um casarão em um terreno um pouco afastado de Paris, para praticar seu hobby predileto. Quando ele morreu, Luis XIV tinha apenas cinco anos, então depois de 20 anos, em 1661, humilhado por adversários políticos resolveu que a melhor forma de demonstrar seu poder e riqueza era construir um fabuloso palácio, com muito luxo e muita pompa, até então não existente.

Sorte a sua, que vai poder passear por um enorme jardim, simétrico e com estátuas e fontes trabalhados. E como o palácio fica a 3 quarteirões da estação ferroviária, é só pegar uma das linhas RER e caminhar um pouquinho até a entrada. É para ir preparando o impacto até chegar.

E Thâmara, Dconte-nos algumas poucas informações gerais sobre a nossa querida PARIS:

·     Paris tem 105.397 km2 e 2.100.000 (sim, dois milhões e cem mil) habitantes.

·     Fuso horário: como é a capital, tem o mesmo fuso que descrevemos em França, 3 horas a mais em relação a Brasília.

·     Idioma: precisamos mesmo dizer???

·     Frase mais importante na cidade: je t´aime (eu te amo). Sim, em algum momento, você vai dizer isso, esteja certo disso.

Bom, é isso aí galera!

Au revoir,

Rebecca Nogueira

Posted by: thamara | Maio 28, 2008

Querida Maringá

                Decidi escrever sobre Maringá por causa de uma grande amiga minha que é de lá. A Raquel Maruiti se mudou para São Paulo para fazer faculdade de arquitetura. Hoje, já formada, não pensa em voltar para sua cidade, mas continua sempre falando muito bem dela para todos.

                Além da Raquel, tenho alguns parentes em Maringá, então, nada mais justo do que falar dessa cidade, que para mim, é uma calmaria.

                Sem nenhum clima de cidade grande, Maringá é acolhedora e atraente principalmente para quem procura tranqüilidade.

                Quando era pequena ia ao parque do Ingá correr atrás dos patos (risos), e, além disso, também andava de trenzinho. Eu lembro que adorava fazer isso.

                O que eu adoro de lá é que a cidade é muito arborizada, com ruas calmas e a tranqüilidade parece que mora lá.

                Um dos pontos turísticos mais importante é a Catedral, um monumento altíssimo de 124 metros de altura. Os corajosos podem enfrentar a escadaria para subir até o topo da catedral.

                Maringá está crescendo e virando mais urbana, mas mesmo assim não perde seu encanto.

 

Thâmara Kaoru

Posted by: thamara | Maio 27, 2008

Saudades de Lodi

Uma cidadezinha na Califórnia, aconchegante e bonitinha… Essa é Lodi, cidade em que morei por 6 meses nos Estados Unidos, em 2004.

                Não poderia deixar de citá-la como um dos lugares a ser conhecido, e claro, principalmente por aqueles que buscam conforto e calma.

                Lá, estudei em um colégio público chamado Lodi High School e morei na Rua Keagle Way, em uma casa linda da família McDonalds.

                Há muitos parques e bons restaurantes, nada muito extravagante e tudo combinando com o clima que a cidade passa.

                As lojas de roupa também são interessantes falar, já que não havia shopping, só departamentos de roupas e lojas um pouco menores.

                Mesmo assim, pra mim era um lugar ótimo, em que as crianças ainda podem brincar na rua até às 22h sem medo e nem problema. Fora que andar por lá já é muito bom. Cheguei a fazer umas caminhadas matinais com a minha irmã americana e é lindo ver aquelas casinhas típicas americanas e definitivamente parece que você está em um filme.

                A escola então, é com certeza um filme americano a cada dia. São muito parecidos mesmo com o que se vê nas telinhas, aqueles armários, aquelas lideres de torcida, aqueles atletas, enfim, sem todo o exagero de Hollywood, mas muito parecido.

                As pessoas também são simpáticas, claro que americanos são mais frios e centrados e não tão calorosos quanto os brasileiros, mas ainda sim eles eram amistosos na medida do possível.

                Nessa região da Califórnia também, você encontra muitos mexicanos, então, muito da cultura se mistura com a deles, como por exemplo, o grande número de restaurantes mexicanos freqüentado por americanos. Eu, por exemplo, era uma freqüentadora assídua desses restaurantes e a lenda de que americanos comem hamburgers todos os dias é mentira. De fato eles comem bacon, pães, torradas, ovos e panquecas no café da manhã, mas no almoço e na janta é bem variado, um dia comida, no outro uns fast-foods, depende muito.

                Outro fato legal de Lodi, é que sua localização é muito boa. A duas horas dali, indo para o Sul já se tinha neve, e lá não. Neve, segundo minha mãe americana, só é bonita de se ver, mas ter que tirá-la todos os dias da frente de casa, não é algo tão agradável e bonito assim, por isso ela escolheu continuar morando por lá.

                E outra coisa que não poderia deixar de escrever e o quanto eles ainda não conhecem nosso país. Deparei-me com perguntas tais como: “O Brasil é na Europa né?” ou, “Tem muitos macacos e leões andando nas ruas?”, na ocasião só dei risada e tentei explicar o mal entendido dos estereótipos, mas, vejo que é falta de informação mesmo e até falta de interesse em saber o que tem a mais no mundo, é um fato cultural.

                Tenho muito mais para contar dos momentos que passei em Lodi, mas fica para um próximo post.

 

Thâmara Kaoru

Posted by: thamara | Maio 23, 2008

Formigueiro Humano

                Imagine um formigueiro…

                Agora imagine esse mesmo formigueiro só que com pessoas… É assim que é Shibuya, a estação mais movimentada do Japão.

                Fiquei maravilhada com o famoso cruzamento e com as muitas pessoas que apareciam do nada. O lugar é, além de impressionante, o retrato típico de uma cidade moderna e desenvolvida, um centro urbano lindíssimo. Foi a partir daqui que entendi o encantamento do Japão, pois mesmo com esse monte de pessoas, ainda sim é um lugar organizado. Ao ver a cena do cruzamento, ficava imaginando e tentando entender como eles conseguiam tal proeza, mas é difícil saber, vem muito cultura.

                Claro que lá não é o lugar mais organizado do Japão, pois além de ser muito cheio, a cidade recebe um grande número de turistas, modificando um pouco a cultura local.

                Já que comentei sobre a estação de Shibuya, não custa nada contar as diferenças do metrô se comparadas ao Brasil. Lá, o interessante é que você paga a distância que você vai e, além disso, você deve colocar o bilhete ao entrar e ao sai da estação desejada, justamente para conferir se você está saindo na estação que você pagou, então, perder o seu bilhete não é uma boa opção, os japoneses não vão aceitar tão bem essa possibilidade.

                Além disso, algumas estações possuem em suas plataformas uma porta que abre juntamente com as portas do trem, por causa do alto número de suicídios que ocorre no país. Outro fato, é que na hora do Rush, há um vagão exclusivo para as mulheres, isso para que elas não sofram assédios.

                Independente das diferenças e semelhanças, Shibuya é um lugar que definitivamente você tem que visitar.

 

Thâmara Kaoru

Posted by: thamara | Maio 22, 2008

Europa aos Nossos Pés

       No dia 7 de junho será realizado na Áustria e Suiça a EUROCOPA 2008. Pela primeira vez na história, o evento terá duas sedes e nada melhor que viajar e se divertir com a família.

       Quem quiser ir  para a Austria, além de ver as partidas de futebol poderá visitar os Alpes, Yuki Sakura já visitou os Alpes e adorou, promete voltar com seu amado para lá, (para quem planeja viajar para a Austria) . Na Suiça é a mesma história, é simplesmente deslumbrante. Há para o mochileiro que quiser visitar esse belo lugar um guia feito pelo governo suiço.

       Essas férias você já tem um compromisso garantido, vá assistir a EuroCopa 2008, curta um grande espetáculo e faça boas rotas com sua família ou amado.

      Maiores informações sobre a EUROCOPA entre no Bobão do Futebol, Blog muito conceituado (Yuki Sakura adora).

Gabriel Danius

Posted by: thamara | Maio 21, 2008

Taj Mahal e Bragança: Tudo a Ver

       Queridos leitores, devido ao grande sucesso que a história de Yuki Sakura fez junto ao público, resolvi fazer um paralelo de sua cidade com o Taj Mahal

       Uma das 7 maravilhas do mundo, localizada na cidade de Agra na Índia, essa bela construção tem uma trágica história por trás dela, a mulher do rei,  Mumtaz Mahal, faleceu aos 39 anos, e inconsolável, ele ordenou que fosse erguido um mausoléu todo em mármore branco para homenagear sua amada.

       Essa é uma ótima dica para os casais que viajam pelo mundo em busca de um lugar para poder passar o tempo juntos, além do Taj Mahal há outros dois bons lugares para visitar com seu par: Veneza e Bragança

       O que Yuki Sakura faria para homenagear sua paixão? “Minha maior homenagem é dizer eu te amo”, uma bela demonstração de amor. E nossa Yuki dá mais uma lição de moral, “não é necessário construir nada para homenagear o seu amor, basta amá-lo e sempre pensar nele”. Yuki é uma filósofa.

Mochileiros (casados ou não) visitem o Taj Mahal e depois Bragança e tirem suas próprias conclusões, Yuki já tirou.

Gabriel Danius

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