Publicado por: thamara | Janeiro 5, 2009

Aventureiro explora novas culturas com sua moto “Terumi”

je5Enfim, chegaram as férias. É hora de procurar algo diferente para fazer. Nada melhor do que explorar cada pedaço do Brasil e até do mundo. Descobrir novas culturas e viver experiências únicas podem ser prazerosos.

Para aventuras como essa, há quem prefira tudo planejado, com um lugar para ficar, hotel, albergues, ou até casa de amigos, mas há também os aventureiros, que preferem explorar o mundo por sua conta e risco, como o músico Jefferson Estevam, mais conhecido como Jé, um nikkei que com sua moto, uma XT 600 E, apelidada de Terumi, rodam o Brasil e até outros países.

Uma de suas aventuras foi uma viagem de 25 dias rumo ao nordeste brasileiro, passando por Minas Gerais, Brasília, Goiás e Bahia. Jé batizou a viagem de “Mãe Gentil”, justamente por explorar pontos turísticos brasileiros e outros nem tão turísticos assim. A viagem virou um filme, produzido e filmado por ele mesmo, chamado “Os filhos da Mãe Gentil”.

Nessa viagem não houve luxo nem conforto. Seu hotel era móvel, uma barraca que ficava onde ele decidia que era hora de descansar. Seu “restaurante” era uma espiriteira e algumas misturas que “inventava”. E assim ele seguia sua expedição.

O aventureiro explica que em viagens como essa – principalmente de moto – o cuidado deve ser dobrado. Em caso de temporal, é preferível esperar. “Parece brincadeira, mas quando passei a fronteira de Minas Gerais com Goiás, começou uma chuva torrencial”.

Não gosto de desafiar a natureza. Ela é infinitamente mais forte que nós. Prefiro negociar, mas ela venceu sem acordos”, conta, acrescentando que o sacrifício vale a pena. Jé conheceu pontos como a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, Ibotirama, Chapada da Diamantina, Lençóis na Bahia e Ouro Preto em Minas Gerais. Para quem gostaria de conhecer esses lugares, mas prefere ir com mais calma, sem motos ou barracas, as opções são hotéis e albergues – muitos deles já até incluem pacotes com guias turísticos.

Ah, e a próxima viagem de Jé é a Europa. Ele deve ficar alguns meses em Londres e depois decidirá para onde ir. A única certeza é que volta ao Brasil em dezembro do ano que vem.

Boas férias e até as próximas dicas!

Thâmara Kaoru

especial para o Jornal Nippak: thamara@nippak.com.br

Matéria retirada da edição nº 2195 do Jornal Nippak

Publicado por: thamara | Novembro 27, 2008

Impressões de uma Nikkei em Londres

O famoso BIG BEN

O famoso BIG BEN

Sempre fui a favor de viajar para expandir o conhecimento e viver novas experiências! Nada melhor do que estar em outro país para conhecer realmente a cultura local e as diferenças em relação ao Brasil. Assim, no mês passado tive a oportunidade de visitar a Inglaterra por duas semanas.

Fiquei principalmente em Londres, uma capital encantadora e agitada que me fez lembrar um pouco a movimentada São Paulo justamente pela correria e pressa diária dos moradores da cidade, que diferente dos turistas, já se acostumaram com a beleza do lugar e não a vêem mais como novidade.

Enquanto visitava Londres, tive várias vezes a impressão de estar em um grande museu a céu aberto por causa das diversas opções que a capital oferece para se aprofundar na cultura local, o que alias, é um ponto forte da cidade, já que a maior parte dos museus são gratuitos e de fácil acesso ao público.

Mas, apesar de seu alto grau histórico, ao receber milhares de turistas todos os anos, fica perceptível uma descaracterização da cultura pela mistura de nacionalidades. Não acho que a diversidade cultural seja um problema, muito pelo contrário, acho que os londrinos estão se acostumando a lidar com essas diferenças culturais e aprendem a cada dia a acrescentar na própria cultura novas características, mas, lutam para não perder suas tradições por completo.

Ainda sim, andar pelas ruas londrinas é ouvir vários idiomas diferentes e ver claramente a mistura étnica, que se comparado com o Brasil, Londres ganha em variedade de nações e visível fluxo de turistas.

Fiquei encantada também com o contraste da modernidade e tradição que eu encontrei lá. De um lado a Piccadilly Circus, uma praça com um grande outdoor moderno, de outro, construções antigas e bem preservadas com um ar dignamente europeu. Tudo isso só acrescenta para o charme do lugar.

E claro, não poderia deixar de falar do famoso Big Ben! Não tão alto quanto parece nas fotos, os detalhes na arquitetura do relógio é o que impressiona e além de estar cercado de monumentos marcantes como o próprio parlamento inglês, a London Eye (roda gigante) e o Palácio de Buckingham, também é assediados por turistas que disparam flashes em direção ao relógio sem parar.

Minhas decepções se resumem a ausência de delicadeza no atendimento de algumas lojas e a falta de limpeza da cidade, visível nos meios de transporte e ruas e também por não tomar o chá das cinco. Os londrinos estão tão acostumados com a correria diária que essa tradição já é quase inexistente, sobrevivendo apenas para ingleses mais conservadores.

Mesmo assim, Londres tem mais vantagens do que desvantagens e é definitivamente um lugar para voltar!

Matéria publicada na edição n° 2191 do Jornal NIPPAK

www.nippak.com.br/jornal

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Novembro 7, 2008

4 Supertramps

Julão, Jé..., Digo e Montoya

Julão, Jé..., Digo e Montoya

Queria deixar aqui registrado a minha admiração por esses 4 aventureiros.

História que ainda virará um livro que farei questão de escrever, ver esses rapazes com garra para desvendar e conhecer o nosso Brasil me inspira, afinal, não são todos os dias que vemos pessoas com essa vontade de desbravar o Rio São Francisco. Isso mesmo…Leandro Estevam (Montoya), Jefferson Estevam (Jé…), Julio Mello (Julão) e Rodrigo Estevam (Digo) passaram o mês de outubro e o comecinho de novembro navegando de caiaque pelo Velho Chico.

Ainda não posso dar detalhes sobre a viagem porque não tive oportunidade de conversar com eles, mas sei que muitas histórias vão ser postadas nesse blog ainda.

Enquanto isso você pode visitar o site com o  DIÁRIO DE BORDO . Lá dá para vocês terem uma idéia dos preparativos e de como foi algum dos trechos da viagem, creio que há muito mais para se contar.

Escolhi dar ênfase para esse projeto dos meninos não só por ser uma aventura diferente, mas também pela história de cada um. Conheço um pouco da vida deles e isso só me dá mais fascínio à atitude deles e tenho certeza que essa viagem apenas acrescentou mais na união que eles sempre tiveram. Espero que eles também inspirem vocês assim como me inspira e posso afirmar que esses 4 supertramps, como se denominam, fazem parte ativa da minha vida.

 

Vou contar um pouco do lado aventureiro deles, assim vocês poderão ter uma dimensão maior da viagem e dos participantes dela. Lembrando que essa é a minha visão e tenho certeza que há detalhes que por um lapso deixarei de escrever, o que aos poucos vou complementando com novos posts. Na verdade quero a principio vocês tenham a visão que eu tenho deles.

 

Leandro Estevam – também conhecido como Montoya, é estudante de história da USP e sempre teve atração por aventuras selvagens, assim como os outros tramps. Atualmente é um dos líderes do grupo de jovens Ake-no-Hoshi e também trabalha com organização de games (essa parte eu precisaria ser mais precisa, eu sei, logo terei as informações). Um cara super ético e diplomatico, que tem visão de líder e atitude de líder. Ele sabe te incentivar no momento certo, tanto para que você mesmo ganhe mais confiança nas suas atitudes quanto para você aprender. É sem dúvidas um inspirador e sempre aceito suas criticas com muito bons olhos, porque eu sei que são construtivas. Enfim, o Leandro é de fato um aventureiro nato! Recentemente foi para a Bahia em uma viagem de moto, afinal ele é um amante desse meio de transporte e faz parte dos Vermes de Jacó, um motoclube de São Paulo. Inteligente e com visão critica sobre o mundo e mídia (eu que sei), conversar com ele é edificador e ótimo, você sempre sai da conversa com outras perspectivas e novos olhares.

 

Jefferson Estevam – O Jé… É sem dúvidas nenhuma um dos meus maiores inspiradores. Foi com ele que aprendi o verdadeiro sentido de liberdade, e não essas que o mundo prega. Tanto quanto o Leandro, o Jé é também um aventureiro nato, e esse com mais ênfase ainda pelo tanto de viagens que fez de moto e pelo mundo. Tiveram o prazer de recebê-lo o Deserto do Atacama, toda a costa da brasileira, e agora o Rio São Francisco. Realmente não tenho idéia de quantos lugares diferentes ele já esteve. Determinado e confiante, ele sabe passar esses sentimentos a qualquer um. Também tem a liderança no sangue e é uma pessoa incrível e que quer apenas viver a vida, sem luxo e sem glamour, apenas viver! Acho que nunca conheci uma pessoa tão livre e que ao mesmo tempo consegue criar vínculos verdadeiros e tão fortes. Onde ele passa, você pode ter certeza que ele fez a diferença de alguma forma e quando eu digo que ele é inspirador e que realmente a minha admiração não fica apenas em suas atitudes, mas sim no que ele é como pessoa completa. Além disso, posso afirmar que ele estava presente todos os momentos que mais precisei e me ajudou em todos! Estava no Japão a algum tempo, deu uma passadinha em Londres e voltou um dia antes da viagem ao Velho Chico, o que foi a maior correria, mas bem no estilo Jé… de ser! Primo do Leandro e do Digo, o que os une é mais do que o sangue, é um amor de irmão! Ah…o Jé também é musico, toca teclado muito bem, mas se você der qualquer instrumento na mão dele, ele vai saber tocar de alguma forma.

 

Rodrigo Estevam – Conheço o Digo por tabela, por ser muito amiga da Yuki, esposa dele, mas sempre tive boas impressões dele. Baterista de primeira, o Digo tem um coração bom. Sempre me passou tranqüilidade e boa vontade. Ele já mostrou gostar de aventuras em outras viagens que realizou com os meninos do Hoshi (Gledson e Sheine) e denominaram a viagem como “Roots” (raízes), já que a viagem foi selvagem e acrescentava a idéia de que quanto mais natural for, melhor é. O Digo sabe quando é ou não para falar algo e sabe ser discreto quando tem que ser. É também um cara que admiro pelos esforços e sonhos. O digo é irmão do Leandro e toca na Banda Hoshi juntamente com o Jé…e o Julão.

 

Julio Mello – Também musico, toca baixo como ninguém e tem claramente dom para música. Esse sim, posso afirmar que é um cara tranqüilo! Há pouco tempo atrás estava na Turquia e Espanha, também passou pela Grécia e Suíça. Só por ai não preciso entrar em detalhes o quão ousado ele é nessa questão. E essa ousadia o trouxe muitas histórias e experiências únicas, histórias essas que quando contadas encantam pelo seu alto grau de conteúdo e novas maneiras de ver o mundo. O Julinho já é conhecido pelo mar, pois enquanto estava fora, também navegou, ajudando em barcos. Distraído e esquecido às vezes, o Julinho é sem duvida um cara muito esforçado e é uma ótima pessoa para conversar.

 

Limito-me a escrever apenas isso e não ser ansiosa e sim esperar por novas informações e histórias contadas pessoalmente por eles para postar aqui.

Mas aguardem, espero realmente ter a oportunidade de transformar essa aventura em livro!

Thâmara Kaoru


A caminho do Velho Chico

A caminho do Velho Chico

 

Publicado por: thamara | Outubro 28, 2008

Londres: Primeira vez em 70 anos que neva em outubro

Fiquei feliz de estar presente no dia em que nevou em Londres…

Para quem conhece o clima Inglês, a neve não possui nada de surpreendente. Mas a surpresa está em outro dado que o título revela.

Sim…Sim, foi a primeira vez em 70 anos que nevou no mês de outubro em Londres, e acreditem, eu estava lá!!!

Lembro-me bem que tinha saído com meu amigo Jan e que na volta estava muito frio, muito mesmo…mas como as noites de outono londrinas estavam frias mesmo, não achei nada de estranho.

Estranho foi quando reunida com meus amigos escuto o comentário: “Está nevando!”. Naquele momento abri um sorriso, bem diferente da reação dos meus amigos, que fizeram cara de desconsolo e cansados de ver neve.

Já havia visto neve nos Estados Unidos, mas nunca havia visto caindo, apenas já acumulada no chão, então foi incrível!

Saí toda feliz na rua…senti a neve caindo em mim…e parecia uma criança feliz se divertindo com pouco! O que eu havia esquecido e que logo lembrei é que a parte da neve caindo em você é realmente legal, mas a parte do molhado que fica depois, é bem complicado!

Fiquei com o casaco molhado e o cabelo também, ao me ver naquela situação, molhada e com floquinhos de neve, senti a principio uma aversão pela neve…que logo passou ao lembrar da primeira sensação de alegria.

Enfim, só queria registrar esse feito que fazia tempo que não acontecia e que foi divertido para mim!


Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Setembro 25, 2008

Paris ficará mais bela

Os arquitetos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, que fizeram o “Ninho do Pássaro” irão construir em Paris uma torre triangular com 211 metros de altura prevista para ficar pronta em 2014.

A projeção feita em computador (foto) mostra como ficará a nova torre.

O local contará com escritórios, lojas, centro de convenções e possivelmente um hotel.

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Setembro 12, 2008

Barcelona e seu Design

Se tem um lugar que está na minha listinhas de próximas visitas, este lugar é Barcelona!!! Não só por ser a cidade vibrante que é, mas também pela beleza da arquitetura e design descontraído, diferente do habitual.

Além disso, tem a questão cultural. A cidade fica na região catalã, o que gera uma mistura de castelhano e francês (adoraria ver essa mistura) e também dar uma passadinha na badalada rua “La Rambla”.

As molduras e arquiteturas diferentes que citei são do artista Antoni Gaudí, que fez Barcelona pertencer a ele mais do que qualquer outro.

Também tenho que comentar sobre a montanha Montjuic e pelas águas do Mediterrâneo. Vontade de ir para lá é o que não falta. Mas vou me limitar a mostrar fotos de Barcelona, um lugar que sem dúvidas é curioso e com cores alegres e vibrantes, lembrando todo o encanto quase que infantil que temos e retomando contos de fadas com suas muitas fantasias.

Para saber mais:

http://interata.squarespace.com/jornal-de-viagem/2006/9/19/barcelona-fica-na-espanha-mas.html

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Agosto 28, 2008

A Zebra…

Depois de tempos sem escrever, resolvi voltar à ativa e não abandonar o Blog…(risos)

Resolvi então escrever um pouquinho sobre as Olimpíadas, já que foram voltados para lá todos os olhares curiosos da melhor Olimpíada de todos os tempos.

Apesar do mico da abertura ter seus deslizes, temos que admitir que foi um show de tecnologia, criatividade e beleza. Londres vai ter que se desdobrar para ultrapassar os elogios dado a essa abertura e a organização dos jogos.

Mas não são só elogios que ficam. A gente não pode esquecer que a China ainda é um país comunista, e que além de censurar a imprensa, tem também preconceito com as mulheres e tentou assim mascarar todos esses problemas com a aparecia de um país feliz e sem problemas.

Mas, o pior de tudo foi ver os Estados Unidos se colocando em primeiro pela quantidade de medalhas independentemente se foi ouro, prata ou bronze…(podem olhar em sites e programas americanos para vocês verem realmente quão ridículo é essa atitude!).Difícil admitir o segundo lugar? Não se preocupem Nação Americana, mais difícil ainda é admitir o nosso 23º lugar: Vergonha nacional! Os favoritos ficaram só no favoritismo mesmo…e aqueles que ninguém dava nada trouxeram o ouro. Isso, espero eu, que sirva de lição para a Comissão Olímpica Brasileira, organizadores e patrocinadores, e apesar do bilhão investido, não é só nas Olimpíadas que os atletas devem ter espaço e serem incentivados.

Ficamos então, com as nossas 15 medalhas e os meus parabéns para esses atletas que mesmo sem o incentivo devido conseguiram representar o país. E agradeço também aos atletas que não conseguiram medalhas mas, que se esforçaram a máximo para conseguir, e detalhe especial principalmente as meninas do futebol que jogaram muito mais que os meninos e que mereciam muito a medalha de ouro.

Ah…e é claro, parabéns para a China, que temos que admitir, superou expectativa e mostrou que realmente estava preparada para receber esses jogos que ficaram marcados pela Zebra brasileira.

Thâmara Kaoru

Publicado por: thamara | Junho 4, 2008

Desbrave Atibaia

Enfim, aqui está meu último post, snif!

Para comemorar que hoje é o dia do primeiro vôo de balão e aproveitando que estamos em época de festas juninas pelo Brasil a fora, gostaria de fazer uma homenagem a todos os que viajam de balão, e fazer uma crítica a todos aqueles que soltam balão, é crime e causar incêndios de grandes proporções.

Agora sim a matéria.

Não posso começar falar dos pontos turísticos de Atibaia sem antes contar uma breve história da cidade, eis ela.

O surgimento de Atibaia está ligado à história dos bandeirantes paulistas que desbravaram vasto território em busca de riquezas. Em suas viagens para o sertão, os bandeirantes procuravam locais para o descanso, geralmente próximos a rios.

O bandeirante Jerônimo de Camargo, em uma das expedições, mandou construir uma pequena capela em uma colina próxima ao rio, para colocar a imagem de São João Batista, ao qual era devoto. Em junho de 1665, este local de parada passou a se chamar “Sítio de São João Batista de Tubaia”.

Por ordem da Câmara de São Paulo, o padre Matheus, acompanhado de índios Guarús, começou a formar uma aldeia próxima à capela. Em 1761, a aldeia foi elevada a Freguesia, já com o nome de Atibaia, que significa, na língua dos índios, rio manso de água agradável ao paladar.

Em 1769, foi elevada a Município e, em 1770, instalou-se a primeira Câmara Municipal, ocasião de grandes solenidades no levantamento do Pelourinho. Desde então, Atibaia tem participado ativamente de muitos fatos históricos. A cidade já era conhecida de D. João VI que, em uma de suas passagens, andou no solar da praça da Matriz.

No ano de 1945, o município foi reconhecido como Estância Hidromineral e, em 1978, foi transformado em Estância Turística.

Pra Onde Thâmara?

Irei lhes dar o endereço de três agradáveis lugares que estive em Atibaia e como fazer para visitá-los.

O primeiro deles é o Balneário de Atibaia. Instalado dentro do Parque das águas, o Balneário recebe a excelente água da fonte Bocaína. Oferece saunas úmidas e secas, banho de imersão, massagens, duchas escocesas e circulares, piscina de contraste, diatermia, bar, sala de repouso e piscinas para recreação de adultos e crianças. Além de tudo isso, o Balneário conta com a bela paisagem do lago do Major.

Outro Belo Lugar é o Parque das Águas. Um local para quem busca a paz e harmonia. Trata-se da antiga fonte do Rosário e dispõe de diversas áreas de lazer e descanso com bosque de eucaliptos, viveiro de plantas, fonte e lago. Um grande atrativo para um passeio em família

Onde fica, Thâmara?

Endereço: Av. Olavo Amorim Silveira

E por fim caso haja tempo, passe no Museu João Batista Conti. O prédio foi construído em 1839, para abrigar a Câmara e a cadeia, posteriormente abrigou o Fórum Judicial. Em seu acervo há armas, objetos do império, da república, do folclore, arte sacra, música, fotos etc. Para visita o museu abre de terça a sexta-feira, das 11:30 às 17:30 H.

Onde Fica, hein Thâmara,?

Se situa na Praça Bento Paes, S/N – Centro de Atibaia.

Para quem quiser se hospedar em um bom hotel e não tem como entrar em contato

Quer saber tudo sobre Atibaia?

Gabriel Danius

Publicado por: thamara | Junho 4, 2008

Quero ir para Sidney!!

Opera House Sydney Australia

Sidney fica localizada no estado de New South Wales e é a maior cidade da Austrália em número de habitantes. Um amigo meu fez intercâmbio para estudar inglês e ficou apaixonado por esta cidade que conta com muitas belezas naturais e arquitetônicas deslumbrantes. Esse mesmo amigo me contou algumas das melhores atrações e pontos de visitação em Sidney para que vocês tenham uma idéia do que a cidade tem a oferecer.

Opera House: bonita por dentro e por fora, junto com a Harbour Bridge, a Opera House faz parte do cartão postal de Sidney. Vale muito a pena a visita com o guia que custa AU$ 26*, mas se você quiser assistir a um show, ópera, teatro ou orquestra, você estará fazendo um dos programas mais chiques de Sidney.

Opera House
Opera House

Harbour Bridge: A Harbour Bridge é definitivamente o cartão postal de Sidney, além de ser uma construção esplendorosa por seu tamanho e design. Construída entre os anos de 1924 e 1932, possui 8 faixas para carro, 2 para trem, 1 para bicicleta e outra para pedestres. Seja de bike, trem, carro ou até mesmo a pé, se você veio até Sidney você tem que atravessar a ponte. Para os mais radicais, o Bridge Climb é um passeio onde o turista anda pelos arcos da ponte a uma altura de 134 metros. Os preços começam a partir de AU$ 179*.

Sidney Habour Bridge

Habour Bridge

Darling Harbour: Procurando um lugar gostoso para fazer uma caminhada e cheio de atrações? Darling Harbour além de muito bonito, está cheio de atrações e restaurantes. Tem o Aquário de Sidney (Sydney Aquirium) – um dos maiores aquários do mundo, IMAX Theater – cinema com uma tela gigante, Australiam National Maritime Museum – museu de história do mar, Powerhouse museum – museu sobre a história e cultura Australiana, Sydney Wildlife World – a vida selvagem Australiana mostrada em diferentes ambientes naturais e com amostra de mais de 6 mil animais, Chinese Garden of Friendship – belíssimo jardim chinês onde você pode fazer caminhadas entres flores e cachoeiras no meio da cidade, Star City Casino – casino é legalizado na Austrália e o de Sidney fica em Darling Harbour e por último o Monorail – espécie de trem que anda suspenso sobre os trilhos passando pelo coração da cidade.

Royal Botanic Garden: Uma área verde enorme no meio de Sydney, com lagos, jardins e com vista para o Opera House, quer mais? O Botanic Garden é um lugar excelente para fazer um picnic, ler um livro ou jornal, ou simplesmente contemplar a bela paisagem.

Royal Botanic Garden
Royal Botanic Garden

Featherdale Wildlife Park: Uma espécie de zoológico mas bem diferente. No Featherdale os animais ficam, em sua maioria soltos e você pode andar entre eles. São cangurus, emas e coalas vivendo em habitares que imitam os naturais. O visitante tem a oportunidade de comprar uma vegetação que vem em uma casquinha de sorvete para alimentar os animais.

Diabo da Tasmania

Demônio da Tasmânia (pouco parecido com o do desenho)

Koala

Coala

Canguru Kagaroo

Canguru solto no Zoo Parque Featherdale

Taronga Zoo: É o zoológico de Sidney famoso por sua vista para o Opera House e a Harbour Bridge e ainda é possível avistar o centro de Sidney. O Taronga tem todos os animais que um zoológico que qualquer outro zoológico do mundo teria, e mais os animais nativos da Austrália. Você também encontra o Show de Pássaros e Show da Foca que são muito bacanas.

Show Foca Taronga Zoo

Show Foca Taronga Zoo

Taronga Zoo

Taronga Zoo com a vista da cidade de Sydney

The Rocks: É o bairro mais antigo de Sydney, e fica ao lado da Harbour Bridge. Construído em 1788, The Rocks já passou por diversas transformações, mas conserva até hoje suas construções do século XIX. Suas ruas são repletas de lojas onde os turistas encontram diversos “souvenirs” como camisetas, bonés, livros de fotografia e bichos australianos de pelúcia. Aos sábados e domingos nas ruas do The Rocks são instaladas mais de 150 barracas que vendem deste pequenos presentes com design australiano até condimentos e temperos feitos em casa. Este mercado é conhecido como The Rocks Market.

The Rocks Market Sidney Australia
The Rocks Market

Sydney Tower: Com 305 metros de altura, também conhecida como AMP Tower, é um dos pontos turísticos mais visitados de Sidney. Do seu topo é possível avistar a Harbour Bridge, Opera House, o centro de Sidney que são localidades próximas da torre, e também as praias mais distantes e montanhas ao redores da cidade. No restaurante rotatório localizado no seu topo, é possível jantar às luzes dos 4 cantos da cidade. Um passeio na torre de Sidney custa AU$ 24*.

Paddy’s Market: É meca dos produtos baratos em Sidney. Se você estiver procurando aquelas lembrancinhas para levar para os amigos, Paddy’s Market é o lugar. Fica próximo a Chinatown, sua entrada principal fica na Hay St., 10 à 15 minutos andando da Central Station ou da Town Hall Station. Abre apenas de Quinta à Domingo das 9 AM às 5 PM.

Centro Olímpico: Se você é ligado em esportes e se recorda das Olimpíadas de Sydney 2000 você deve ir visitar o centro olímpico totalmente construído para hospedar o evento mais importante do esporte mundial. Localizado fora do centro de Sidney, você pode chegar lá de trem saindo da Estação Central.

Praias: Sidney é cercado de ótimas praias, entre elas a mais famosa é Bondi Beach que fica a 40 minutos do centro da cidade pra quem estiver indo de ônibus. Manly, fica ao Norte da cidade e é uma praia muito bonita. Para chegar até lá você tem que pegar uma balsa (ferry) no Circular Quay (ponto de saída das balsas) que leva 30 minutos. Palm Beach é uma praia lindíssima, porém meio longe, fica aproximadamente 2 horas de ônibus do centro da cidade. Estas são as 3 praias em Sidney que nossa fonte aconselharia você a visitar. Outras praias também famosas são: Bronte, Coogee, Maroubra e Cronula. Muitas das praias de Sidney são excelentes para a prática de surf, portanto se você gosta de surf ou se você surfa, não deixe de ir visitá-las.

Blue Mountains: Conhecidas como Montanhas Azuis, posuem este nome pois em certos períodos do ano é possível avista-las de longe em cor azulada. Blue Mountains é uma excelente lugar para quem gosta de estar junto a natureza. É possível fazer caminhadas de diversos níveis (iniciantes a avançados), porém não importa o quanto experiente você seja é sempre bom ir com um guia. Além de muito verde e uma belíssima paisagem, a Blue Mountains conta com atrações turísticas como o Skyway, Cableway e Railway. O Skyway e o Cableway são uma espécie de teleférico que levam você num passeio sobre a floresta; por ser um passeio curto é ideal pra família com crianças pequenas. O Railway, por sua vez, é uma espécie de carrinho de parque de diversão que percorre um caminho morro abaixo por um trilho de 415m, onde antes ficava uma estação de mineração. Para chegar na Blue Mountains pegue um trem da Estação Central que vai para Katoomba.

Onde Ficar:

A Austrália é repleta de albergues, e Sidney não é diferente. Os albergues são na sua maioria limpos e bem organizados e com preços bem atraentes, que geralmente variam de AU$ 25* a AU$ 40* por pessoa por dia.
Abaixo segue uma lista de albergues localizados em diferentes áreas da cidade. Como Sidney é uma cidade muito turística, tente fazer a reserva de sua acomodação com antecedência.

CB Hotel
417 Pitt Street, Sydney
City

Sydney Central YHA
Cnr Pitt St
and Rawson Ave
City

City Resort Hostel
103-105 Palmer St
Woolloomooloo

Backpackers Headquarters Hostel
79 Bayswater Road
Kings Cross

Manly Backpackers Beachside
28 Raglan Street
Manly Beach (praia longe do centro)

Noah’s Backpackers
2 Campbell Parade
Bondi Beach (a cerca de 40 minutos de ônibus do centro)

Transporte: Sidney tem várias opções de transporte; seja de trem, ônibus ou balsa (ferry) você poderá conhecer a cidade, visitando suas principais atrações turisticas.

Rebecca Nogueira

Publicado por: thamara | Junho 3, 2008

Entre montanhas, cachoeiras e grutas

São Tomé das Letras é uma cidade localizada em cima de um morro que varia a altitude entre 870 e 1430 metros. Por isso prepare-se para encarar subida, descida e muito frio. O município fica no sul de Minas Gerais e faz fronteira com Três Corações, Luminária, Cruzília, Baependi e Conceição do Rio Verde (outras cidadezinhas muito interessantes).

Lá moram mais ou menos 6000 pessoas. Quando os feriados chegam, o número de pessoas na cidade dobra.

Não sabe o que fazer em São Tomé? Pra onde, Thâmara? te ajuda:

Pontos turísticos que valem a pena ser visitados:

Cachoeira Paraíso – essa cachoeira tem uma pequena praia e uma trilha que leva ao Bosque das Ninfas.

Gruta de São Thomé –gruta que faz parte da lenda da cidade. Fica na praça Barão de Alfenas, onde também fica a Igreja .

Igreja Nossa Senhora do Rosário – é uma igreja feita de pedra. Representa um clássico na arquitetura da cidade.

Cachoeira das Bruxas – é considerada uma cachoeira quase desconhecida , pois fica depois do bairro rural de Sobradinho.

Em direção a São Bento Abade, estão o Vale das Borboletas, a Corredeira das Ninfas e a Corredeira Shangri-lá.

Gruta das Bruxas – fica a 5 km de Sobradinho. É uma gruta com várias bifurcações.

Gruta do Carimbado – Tem a lenda que ao entrar na gruta, você vai para Machu Pichu (Peru). A gruta possui muito barro. È bom estar preparado com uma roupa que você possa sujar bem. Não é indicado procurar o final da gruta, já que ninguém sabe onde ela acaba.

Cruzeiro – é o local mais alto da cidade. É o lugar preferido para curtir a noite. É lá que fica a Pirâmide,uma construção antiga.

O Pra onde, Thâmara? também dá algumas dicas para curtir a cidade:

1. O ideal é ir de carro, pois a distância entre os principais pontos turísticos da cidade é grande.

2. Além das pousadas, existem campings e casas dos próprios moradores para alugar.

3. Quando a noite chega, o frio é grande. Sempre é bom estar preparado e levar agasalhos.

4. Se preferir ficar em algum camping, leve cadeado para trancar sua barraca.

5. Leve lanterna para andar nas grutas.

6. Existem guias que podem te ajudar a conhecer os lugares. Para chegar em alguns locais interessantes, como Shangrilá e Gruta das Bruxas, você não pode contar com as placas. Nesses casos, o guia te ajudará bastante.

7. Pelo menos uma vez, espere o sol nascer de cima do Cruzeiro. O lugar é famoso e muito freqüentado por sua linda paisagem.

8. Se você não gosta viajar para lugares muito procurados em feriados, visite São Tomé das Letras em fins de semana normais. A cidade “vazia” também é bem bacana.

9. Se possível, leve uma bicicleta para fazer trilhas. A cidade reserva muitas trilhas legais.

Gabriela Galvêz

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